Maria Rita homenageia Elis Regina em show gratuito em São Paulo

Neste sábado (5/5), a cantora Maria Rita homenageia sua mãe, a cantora Elis Regina (1945 – 1982), em um concerto gratuito e ao ar livre no Parque da Juventude, na zona norte da cidade de São Paulo.

Maria Rita revisita 24 sucessos da mãe em show em SP/Virada Cultural 2009/Silvio Tanaka

O espetáculo se inicia às 15h e conta com 24 sucessos da saudosa Pimentinha. De acordo com a organização, as canções Águas de Março, O Bêbado e a Equilibrista, Alô Alô Marciano, Como Nossos Pais e Madalena compõem o repertório (veja o set list completo abaixo).

A apresentação faz parte do Projeto Viva Elis que lembra os 30 anos de morte da cantora gaúcha. O show capitaneado por Maria Rita já passou por Porto Alegre (RS), Recife (PE) e Belo Horizonte (MG) e, em 13 de maio, vai aportar no Rio de Janeiro para a última performance. Elis morreu aos 36 anos, vítima de overdose de drogas, em 19 de janeiro de 1982.

O projeto também banca exposições gratuitas que relembram a carreira e a obra da artista que foi (e é!) considerada a melhor cantora do Brasil.

Exposição em São Paulo
Na capital paulista, a mostra – Viva Elis – está sediada no Centro Cultural São Paulo (Rua Vergueiro, 1.000, tel. 11 3397 4002) e pode ser visitada até 20 de maio, de terças a sextas-feira, das 10h às 19h30, e aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 17h30.

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Segundo o site do projeto, a exibição passará pelas cidades de Porto Alegre (de 10 de junho a 15 de julho), Recife (de 5 de agosto a 25 de setembro), Rio de Janeiro (de 10 de outubro a 11 de novembro) e Belo Horizonte (27 de novembro a 6 de janeiro).

Elis na Virada Cultural
A apresentação de Maria Rita em homenagem a Elis Regina acontece durante a Virada Cultural em São Paulo. No entanto, o espetáculo não faz parte da maratona gratuita que rola nos dias 5 e 6 de maio.


Elis Regina a todo vapor/Reprodução

Para lembrar os 30 anos de morte da cantora, a prefeitura programou 17 shows que levarão os discos mais emblemático da Pimentinha ao palco Boulevar São João.

A série de concertos se inicia às 18h do sábado (5), e os cantores apresentarão álbuns como Samba Eu Canto Assim (1965), Em Pleno Verão (1970), Elis e Tom (1974), Falso Brilhante (1976) e Elis, Essa Mulher (1979).

O último show da homenagem fica por conta de Jair Rodrigues. O amigão e parceiro da cantora sobe ao palco em 6 de maio (domingo), às 18h, para interpretar o lindíssimo disco Dois na Bossa (1965). CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA 

Uma semana depois, o Zimbo Trio e a cantora Graça Braga fazem um tributo a Elis. O espetáculo gratuito acontece em 12 de maio (sábado), às 20h, no Centro Cultural São Paulo. MAIS INFORMAÇÕES

***

SET LIST DO SHOW GRATUITO DE MARIA RITA EM HOMENAGEM A ELIS REGINA
1.
Imagem/Arrastão
2. Como Nossos Pais
3. Vida de Bailarina
4. Bolero de Satã
5. Águas de Março
6. Saudosa Maloca/Agora Tá
7. Ladeira da Preguiça
8. Vou Deitar e Rolar
9. Querelas do Brasil
10. O Bêbado e a Equilibrista
11. Menino/Onze Fitas
12. Me Deixas Louca
13. Tatuagem
14. Essa Mulher
15. Se Eu Quiser Falar com Deus
16. Zazueira
17. Alô Alô Marciano
18. Aprendendo a Jogar
19. Doce de Pimenta
20. Morro Velho
21. O que Foi Feito/Maria Maria
22. Fascinação
23. Madalena
24. Redescobrir

MARIA RITA CANTA ELIS NO PARQUE DA JUVENTUDE
Data: 5 de maio (sábado) | Horário: às 15h | Quanto? Grátis
Avenida Cruzeiro do Sul, altura do número 2500, ou Zachi Narchi, 1300 (ao lado da estação de Metrô Carandiru) | Santana | São Paulo | São Paulo

Telefone (11) 2251-2706
Projeto Viva Elis | Hotsite
www.nivea.com.br/niveavivaelis

Maria Rita | Site oficial
www.maria-rita.com

>>>Centro Cultural São Paulo | Viva Elis no CCSP, 30 Anos com Você

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Exposição não reflete grandiosidade da cantora Elis Regina

A principal falha da exposição gratuita Viva Elis é fragmentação da vida e da obra da cantora Elis Regina (1945 – 1982). A exibição pode ser vistada até 20 de maio no Centro Cultural São Paulo, na capital paulista.

Elis Regina, a saudosa Pimentinha/Reprodução

A aposta da curadoria converge com a linguagem contemporânea que é permeada pela edição “videoclipada” dos meios audiovisuais e pela instantaneidade das relações, da informação e do próprio conhecimento.

O formato é insatisfatório para narrar a história da nossa Pimentinha, mas funcionaria bem para uma mostra sobre a cantora Lady Gaga.

Afinal das contas, foram quase 37 anos de entrega à carreira, à música, à MPB, aos maridos, aos filhos (João Marcello Bôscoli, Pedro Camargo Mariano e Maria Rita), aos amigos, aos fãs e ao Brasil.

Ela surgiu e atingiu o topo numa época em que os cantores tinham que cantar de verdade e que os recursos tecnológicos não transformavam artistas em primas-donas.

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Além da sorte, os aspirantes aos grande palcos tinham que ter voz, repertório e charme. E ela tinha tudo. E tinha também intensidade, magnetismo, verdade, ousadia e ímpeto. Do alto dos seus 1,54 m, a Pimentinha – apelido que ela odiava – só deixou de ascender no momento em que morreu.

Porém em 19 de janeiro de 1982, deixou de ser ídolo e se tornou mito.

Por isso, Elis Regina não poderia ter a sua trajetória contada em uma série de notas e imagens (em vídeo e em fotos) soltas. A aposta fez a estrela parecer menor e menos importante do que é.

O vasto material que compõe a exibição – mais de 200 fotos da carreira e da vida privada, documentos pessoais, discografia completa e dezenas de vídeos de apresentações ao vivo e especiais de TV – acabou subaproveitado nos totens modulares que, como estandartes, carregam a história da artista.

Um exemplo disso é a cronologia da cantora que está localizada em uma área de pouco destaque.

Como regaste, a mostra é válida. Emociona os fãs mais velhos que foram aos shows de Elis e encanta os mais novos. No entanto, não reflete a grandiosidade da estrela.

***

***

P.S. – O jornalista e produtor musical Nelson Motta escreveu um texto para introduzir o visitante à mostra Viva Elis. O autor dos livros Noite Tropicais e Vale Tudo – O Som e a Fúria de Tim Maia tropeçou ao comparar a cantora Elis Regina a uma negona do jazz norte-americana.

A alusão é verossímil, no entanto, a escolha lexical foi de mau gosto. Ella Fitzgerald (1917 – 1996), Billie Holiday (1915 – 1959) e outras cantoras do gênero são mulheres negras que conquistaram espaço num período difícil da história norte-americana marcado pelo racismo extremo que pode ser comparado aos horrores de Auschwitz. Elas abriram caminho para que moçoilas como Beyoncé e Rihanna possam brilhar e ganhar cachês como os das cantoras brancas.

Então Senhor Nelson Motta, mais respeito. A palavra negona é tão pejorativa quanto o termo nigger nos Estados Unidos.

Zero para Nelson Motta e -1 para a curadoria que deixou passar.

***

P.S.2 – A exposição também acontecerá nas cidades de Porto Alegre (de 10 de junho a 15 de julho), Recife (de 5 de agosto a 25 de setembro), Rio de Janeiro (de 10 de outubro a 11 de novembro) e Belo Horizonte (27 de novembro a 6 de janeiro), informa o site da exibição.

***

Elis, uma biografia – Quem quiser se aprofundar na vida e na obra da cantora Elis Regina, deve ler o livro Furacão Elis. A biografia escrita em 1985 pela jornalista e amiga da cantora Regina Echeverria narra a trajetória – sem máscaras – da garota espevitada de Porto Alegre que conquistou o Brasil com sua voz e suas performances.

Capa da nova edição da biografia Furacão Elis, da jornalista Regina Echeverria/Reprodução

Para o título de mais de 200 páginas, Echeverria entrevistou a mãe de Elis, Dona Ercy, o irmão da cantora, Rogério, artistas, músicos e amigos da estrela.

O texto coloquial permite que o livro seja devorado em pouco dias. Além disso, o volume conta com histórias que irão fazer o leitor morrer de rir e outras em que ele irá se emocionar.

No começo de 2012, o livro foi reeditado pela Leya e pode ser por encontrado no site da editora.

***

VIVA ELIS EM SÃO PAULO
Data: Até 20 de maio | Horário: De terças a sextas-feira, das 10h às 19h30, e aos sábados, domingos e feriados, 10h às 17h30 | Quanto? Grátis
Centro Cultural São Paulo (CCSP)
Rua Vergueiro, 1.000 (ao lado da estação de Metrô Vergueiro)| Paraíso | São Paulo | São Paulo | Telefone: (11) 3397-4002
e-mail: ccsp@prefeitura.sp.gov.br
www.centrocultural.sp.gov.br | Site oficial

Projeto Viva Elis | Hotsite
www.nivea.com.br/niveavivaelis

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Debora de Lucas

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“A Bossa do Lobo”, mais uma biografia de Ronaldo Bôscoli chega às livrarias

Denilson Monteiro foi ousado. Desta vez, o escritor de “Dez! Nota Dez! Eu Sou Carlos Imperial” (Matrix Editora) narrou a história de um dos letristas mais conhecidos da Bossa Nova: Ronaldo Bôscoli.

Ronaldo Bôscoli tinha múltiplas facetas. Podia ser o carioca safo, o bom de bico com as mulheres, o língua venenosa, o criador de pocket shows e o fã de Frank Sinatra/Reprodução

De cara, “A Bossa do Lobo” (Leya, 544 páginas, R$ 44,90) chega às livrarias competindo com uma série de títulos que já revisitou e recontou a vida e a obra do compositor e jornalista, morto em 18 de novembro de 1994.

Um dos primeiros livros a citar o letrista de “Lobo Bobo”, “O Barquinho”, “Balançamba” e “Tributo a Martin Luther King” foi “Furação Elis” (Editora Globo), de Regina Echeverria. Como o músico foi o primeiro marido e pai do primeiro filho de Elis Regina, João Marcelo Bôscoli, a relação conturbada com a cantora foi exposta em algumas páginas da obra de 1985.

A trajetória de Bôscoli voltou a ser contada em 1990 em “Chega de Saudade” (Companhia das Letras), de Ruy Castro . O compositor é citado mais de setenta vezes no livro que se tornou referência mundial sobre a história da Bossa Nova.

Bôscoli conta sua historia
O próprio músico revisitou sua trajetória em “Eles e Eu – Memórias de Ronaldo Bôscoli” (Editora Nova Fronteira). O carioca narrou suas lembranças aos jornalistas Luiz Carlos Maciel e Ângela Chaves que as transformaram em uma biografia de 286 páginas.

O livro foi lançado dias antes da morte de Bôscoli e, sob o ponto de vista do músico, apresentou a história da Bossa Nova, do Rio de Janeiro nos anos 50 e 60, do cenário musical brasileiro, de suas músicas, de suas amizades e inimizades e de suas relações amorosas com as cantoras Nara Leão, Elis, Maysa, entre outras mulheres.

Os caminhos de Bôscoli e Ruy Castro se cruzaram por mais uma vez em “Ela é Carioca – Uma Enciclópedia de Ipanema” (Companhia das Letras). O compositor, que se encontrava quase diariamente com o maestro Antonio Carlos Jobim na churrascaria Plataforma, no Leblon, se tornou um dos verbetes da obra de 1999.

Nos anos 2000, o “Véio” – apelido do letrista – foi citado em um punhado de livros biográficos e autobiográficos como, respectivamente, “Nara Leão, uma Biografia” (Editora Lumiar), de Sérgio Cabral, e “Noites Tropicais” (Objetiva), de Nelson Motta.

Mil homens em um só
Essas obras retratam as múltiplas facetas de Bôscoli como carioca safo, bom de bico com as mulheres, língua ferina, jornalista esportivo, torcedor do Fluminense, amigo de Nelson Rodrigues, letrista de mão cheia, criador de pocket shows no Beco das Garrafas, parceiro de Luiz Carlos Mieli, produtor musical de Roberto Carlos e fã de Frank Sinatra.

O desafio de Monteiro em “A Bossa do Lobo” é fugir do lugar comum. O autor, que há mais de dez anos trabalha com pesquisas biográficas, foi responsável pelo levantamento de dados e imagens de “Vale Tudo – O Som e a Fúria de Tim Maia”, de Nelson Motta, e realizou as pesquisas de imagens de “Minha Fama de Mau”, de Erasmo Carlos, e “Bussunda – A Vida do Casseta”, de Guilherme Fiuza. Ou seja, ele é um cara vivido.

Monteiro uniu essa experiência a uma pesquisa detalhada e a uma centena de entrevistas com pessoas que conviveram com Bôscoli e se atreveu a recontar a trajetória do letrista.

A leitura de “A Bossa do Lobo” nos convida à aposta corajosa do autor.

A BOSSA DO LOBO
Autor: Denilson Monteiro
Editora: Leya
Preço: R$44,90
544 páginas

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Dá para comprar CDs baratos e originais na Paulista? Sim, saiba como

Debora de Lucas


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Dá para comprar CDs baratos e originais na Paulista? Sim, saiba como aqui e agora

Me desculpem os leitores mais jovens, mas comprar discos ainda é o máximo. Escrevi discos quando, na verdade, deveria ter escrito CDs. Foi um ato falho de uma amante de música que, já aos 12 anos, comprava seus primeiros LPs e fitas cassetes.

Os fãs da cantora baiana Ivete Sangalo podem arrematar o DVD + CD "Ao Vivo no Madison Square Garden" por R$ 16,90 na loja BRJ, na Avenida Paulista, 657/Reprodução

Baixar canções pela web é moderno e bacana. No entanto, entrar em uma loja de discos procurando um álbum e esbarrar em um outro tão importante – e momentaneamente esquecido – é um prazer indescritível.

Melhor ainda quando a loja oferece CDs novos e originais a preços que variam entre R$ 6 e R$ 17,90.

Não estou brincando. É possível fazer compras assim na região da Avenida Paulista, coração da cidade de São Paulo. Na área, há três lojas que devem ser visitadas por quem ama discos: a BRJ CDs e DVDs, a Fnac Paulista e a Musical CDs (os endereços seguem abaixo).

A BRJ é a menorzinha de todas e fica perto do cruzamento entre a Paulista e a Avenida Brigadeiro Luis Antônio. Com um estoque bem servido, o ponto apresenta ofertas nos gêneros rock, MPB, bossa nova, sertanejo, pop, samba, jazz, blues, axé, heavy metal, entre outros.

O CD “Live at Yoyogi Nation Stadium Tokio”, do Queen, custa R$ 10. Assim como “Bicho”, de Caetano Veloso, “Vagabond Heart Tour”, de Rod Stewart, “E = MC²”, de Mariah Carey, “Home” (DVD + CD), do Simple Red, e “Songs About Girls”, de Will.i.am.

“Do Cóccix ao Pescoço”, de Elza Soares, “Uma Outra Estação”, da Legião Urbana, “Redenção”, do Fresno, “Agora”, do NXZero, e mais uma centena de títulos também saem por apenas R$ 10 cada.

Porém, há opções mais baratas como “Segundo”, de Maria Rita, por R$ 6, e mais caras como “Ao Vivo no Madison Square Garden” (DVD + CD), de Ivete Sangalo, por R$ 16,90, por exemplo.

Da megastore com ares cult
Ninguém acredita, mas a Fnac é uma parada importante. O saldão da loja Paulista – que fica no setor de música, embaixo das escadas rolantes – se iniciou no final de semana passado. Por enquanto, o espaço não oferece grandes ofertas. Atualmente, a melhor promoção é o CD “Bailão do Ruivão”, de Nando Reis, por R$ 11,60.

No entanto, é bom ficar de olho. Em 2008, comprei a trilha sonora do filme “Gigolô Americano” por R$ 4,90. Segundo os funcionários da megastore francesa, a seção receberá novos itens até o final do ano e a intenção da empresa é queimar todo o estoque.

… à loja na Augusta
Em frente ao complexo de cinema Espaço Unibanco Augusta, está a Musical CDs. Como a BRJ, a loja apresenta um estoque diversificado, com álbuns de vários ritmos. Mas, o ponto forte do estabelecimento é música brasileira seja rock, MPB, Bossa Nova ou pop.

Lá, é possível encontrar o “Acústico MTV”, de Paulinho da Viola, e o “Falso Brilhante”, de Elis Regina, por R$ 15 cada. “Acabou Chorare”, dos Novos Baianos, a R$ 12. Clássicos do selo Elenco como “Nara”, de Nara Leão, custam R$ 16.

Ainda na seara dos artistas brasileiros, se encontram “Signo do Ar”, de Jorge Vercillo, “Gonzaguinha”, de Luiz Gonzaga Jr. e “Acústico MTV”, de Sandy & Junior, a R$ 7 cada.

“Live at Olympia”, de Ray Charles, “MTV Hard Rock Live”, do Simple Plan (ambos, R$ 8), e “Doggstyle”, de Snoop Dogg (R$ 6) são algumas das apostas gringas do saldão da loja.

É uma festa, porém, as coisas não são tão simples. Para “pescar” ofertas semelhantes a essas, é necessário ter tempo e disposição para procurar “pérolas” – como as apontadas acima – nas bancadas e nas prateleiras dos estabelecimentos.

No entanto, o esforço vale a pena. Só tome cuidado para não se empolgar e gastar parte de suas economias em discos.

***

Mais uma! - Por fora, corre a Americanas Express Paulista. Como as outras unidades da rede, a loja oferece CDs a preços atrativos como “Sale el Sol”, o mais recente trabalho da cantora Shakira, por R$ 14,90.

Além dessa promo, mais de dez discos do catálogo de Roberto Carlos estão sendo vendidos pelo mesmo valor. Há mais ofertas, mas é preciso encarar a “pescaria” no estabelecimento que também vende eletrodomésticos, eletroeletrônicos chocolates, roupas e brinquedos.

***

Americanas Express Paulista
Avenida Paulista, 320
São Paulo | São Paulo
Tel. (11) 3587-9357
Horário de funcionamento: de segunda-feira a sábado, das 8h às 20h, e aos domingos, das 10h às 18h
www.americanas.com.br


BRJ CDs e DVDs

Avenida Paulista, 657
São Paulo | São Paulo
Tel. (11) 3253-4990
Horário de funcionamento: de segunda a sexta-feira, das 9h às 21h, aos sábados, das 9h às 19h, e aos domingos, das 10h às 16h


Fnac Paulista

Avenida Paulista, 901
São Paulo | São Paulo
Tel. (11) 2123-2000
Horário de funcionamento: de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h, aos domingos, das 12h às 21h
www.fnac.com.br


Musical CDs

Rua Augusta, 1478
São Paulo | São Paulo
Tel (11) 2538-9112
e-mail: rwaugusta@terra.com.br
Horário de funcionamento: de segunda-feira a sábado, das 9h às 22h, e aos domingos, das 10h às 22h (no entanto, se o movimento estiver fraco, fecha mais cedo)


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