Loja virtual gringa lança camiseta com Arc Reactor do Homem de Ferro

Para deixar os fãs do super-herói Homem de Ferro ainda mais malucos, a loja virtual Think Geek lançou a camiseta Tony Stark Light-Up LED Iron Man 3.

A t-shirt Tony Stark Light-Up LED Iron Man 3/Reprodução

A t-shirt Tony Stark Light-Up LED Iron Man 3/Reprodução

A belezura custa 29,99 doletas (cerca de R$ 60, sem as taxas de entrega) e traz o reluzente Arc Reactor no centro do peito.

De acordo com a página gringa, a peça funciona com três pilhas AAA, pode ser lavada à máquina e é licenciada pela Marvel Comics. Por enquanto, o site só aceita pedidos nos Estados Unidos e no Canadá. Mais informações em www.thinkgeek.com.

Iron Man 3
O longa-metragem Homem de Ferro 3 (Iron Man 3) está previsto para estrear no Brasil em 26 de abril.

Neste filme, o super-herói (Robert Downey Jr.) vê seu mundo destruído pelo terrorista Mandarin (Ben Kingsley). A partir disso, o protagonista precisa retomar o controle de sua vida.

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A produção de 130 minutos foi dirigida por Shane Black (Beijos e Tiros) e traz Guy Pearce (Aldrich Killian), Gwyneth Paltrow (Pepper Potts) e Don Cheadle (James Rhodes/War Machine) no elenco.

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Debora de Lucas


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Os Vingadores da Marvel: um superfilme, uma máquina de fazer dinheiro

A pouca experiência atrás das câmeras e alguns tropeços em Hollywood não impediram que o diretor e roteirista norte-americano Joss Whedon (Serenity), 47 anos, transformasse Os Vingadores (The Avengers) em um excelente filme.

Pôster do longa-metragem Os Vingadores/Reprodução

Com uma carreira estabelecida na TV americana, o nova-iorquino é o roteirista dos bem-sucedidos seriados Buffy – A Caça-Vampiros e Angel e também é o cara por trás dos roteiros dos filmes Toy Story e Alien – A Ressurreição.

Nas mãos do amante das histórias em quadrinhos, o longa-metragem de 142 minutos consegue transportar para as telonas a dinâmica, a intensidade, as características e os conflitos do time formado em 1963 pela Marvel Comics.

Na trama, o vilão Loki (Tom Hiddleston) e seus aliados alienígenas iniciam um plano para dominar a Terra. Com a ameça, o diretor da agência internacional de pacificação S.H.I.E.L.D. Nick Fury (Samuel L. Jackson) recruta os super-heróis para defenderem o planeta.

Saborosa infidelidade
A produção não é 100% fiel aos primeiros números da HQ. Ela mescla fases e não cita os membros fundadores Vespa e Homem-Formiga. No entanto, o roteiro de Whedon é bem amarrado e convence.

O script e a direção redonda dão uma segunda chance ao, num primeiro momento, insosso Capitão América (Chris Evans). O personagem não emplacou como o esperado no longa homônimo lançado no ano passado.

O subaproveitado Hulk (Mark Ruffalo) reconquista a grandiosidade que havia perdido nos dois filmes solos Hulk (2003) e O Incrível Hulk (2008).

Depois da introdução cinematográfica em 2011, o deus Thor (Chris Hemsworth) volta mais maturo e seguro.

O Homem de Ferro brilha de novo. Como o Superman de Christopher Reeve (1952 – 2004), a atuação de Robert Downey Jr. é icônica e, provavelmente, será um empecilho para os próximos atores que se aventurarem a encarnar o personagem que – com a sua inteligência, modernidade e sarcasmo – é o mais alinhado da família Marvel à contemporaneidade.

A coragem desprovida de superpoderes dos agentes da S.H.I.E.L.D. Viúva Negra (Scarlett Johansson) e Gavião Arqueiro (Jeremy Renner) e a mente articulada e os métodos questionáveis de Fury ajudam a compor o grupo.


Constantes efeitos especiais

Apesar de extremamente presentes, os efeitos especiais não roubam a cena. Eles são fundamentais para dar vida à fantasia criada pelos desenhistas Stan Lee e Jack Kirby (1917 – 1994). Os recursos engrandessem e conferem riqueza visual à narrativa.

Afinal das contas, o Homem de Ferro e Thor voam, e o Dr. Bruce Banner se transforma no verdão Hulk em poucos segundos.

Como destruir a cidade de Nova York sem eles? Não se esqueça que batalhas na Big Apple são recorrente no Universo Marvel. Ou seja, nos dias de hoje, é impossível filmar uma produção desse porte sem o auxílio da computação gráfica e do chroma key.

Mais que um filme
Os Vingadores (The Avengers) é um superfilme. Os fãs que acompanham os super-heróis nos quadrinhos saem das sessões extasiados. A criançada, apaixonada. E os espectadores comuns dizem que topariam pagar mais um ingresso para rever o longa.

Com menos de dez dias em cartaz e sem estrear nas salas americanas, a produção estimada em US$ 220 milhões (aproximadamente R$ 420 milhões) já arrecadou US$ 280 milhões (cerca de R$ 530 milhões) e se tornou um fenômeno mundial (leia mais a seguir).

Sua continuação está programada para voltar aos cinemas. Em entrevista à revista britânica SFX, Joss Whedon declarou que a sequência será mais curta, mais pessoal e mais dolorosa. O cineasta acrescentou que o tema será completamente novo e fresco.

Pode parecer difícil, mas após assistir a Os Vingadores é impossível não botar fé no talento e na mente criativa do diretor. [Disponível em 2D e em 3D]

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Uma máquina de fazer dinheiro – Bombou. Definitivamente, o longa-metragem Os Vingadores (The Avengers) é um sucesso. Nos cinemas desde 25 de abril, a produção norte-americana estreada em 40 países como México, Austrália, Reino Unido, Alemanha, França e Itália já arrecadou US$ 280 milhões (cerca de R$ 530 milhões), segundo o BoxOfficeMojo.com.

O malandro Stan Lee sempre dá um jeito de fazer pontas nos filmes do Universo Marvel/Edward Liu/Wikimedia

Só no Brasil – em cartaz desde 27 de abril –, o faturamento bateu a casa dos US$ 11 milhões (aproximadamente R$ 21 milhões), ainda de acordo com o site gringo.

Além de confirmar a cifra, a página brazuca FilmeB.com.br afirma que a fita da Marvel Studios é a maior abertura do ano e a maior renda de abertura da história no país.

E esses números vão crescer ainda mais. O filme do diretor Joss Whedon estreia nesta sexta-feira (4/5) nos Estados Unidos e no Canadá. Para esses mercados, a previsão é que US$ 400 milhões (cerca de R$ 765 milhões) sejam arrecadados, informa a firma quase centenária Box Office.

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>>>Repare! – O Hulk ganhou as feições do ator Mark Ruffalo. | Nas cópias legendadas, o mais célebre intérprete do personagem verdão – o ator e ex-fisiculturista Lou Ferrigno – empresta a sua voz ao super-herói. | Nos minutos finais, Stan Lee faz uma ponta e tira um sarro dos Vingadores. Essa não é a primeira vez que o desenhista interage com seus personagens. No maior estilo hitchcockiano, Lee sempre dá um jeito de aparecer ao lado de seus meninos. | Há uma cena extra. Só saia do cinema após assisti-la.

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Os Vingadores | Site oficial [em inglês]
marvel.com/avengers

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Debora de Lucas

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Com os filmes Motoqueiro Fantasma 2 e O Pacto, Nicolas Cage reafirma más escolhas cinematográficas

Nicolas Cage, 48 anos, é indiscutivelmente um bom ator. Ganhou o Oscar pelo personagem Ben Sanderson, em Despedida em Las Vegas (1995). Versátil como Marlon Brando, Al Pacino e Robert De Niro, sempre se arrisca em papéis diferentes como bêbado, policial, bombeiro, anjo da guarda, mocinho e vilão.

Nicolas Cages faz dois filmes por ano/Wikimedia/Nicolas Genin

No show business desde 1981, é um dos poucos astros da época que ainda é requisitado pelos estúdios de Hollywood.

Com 64 longas-metragens no currículo, o sobrinho de Francis Ford Coppola faz em média dois filmes por ano.

Só em 2011, estrelou cinco produções: Caça Às Bruxas, Fúria Sobre Rodas, Reféns, Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança e O Pacto.

Os três primeiros entraram em cartaz no ano passado e foram mal avaliados pela crítica de todo o planeta.

Motoqueiro Fantasma 2 e O Pacto
Os dois últimos estrearam no Brasil em, respectivamente, 17 de fevereiro e 9 de março de 2012, e também não fizeram jus ao talento do astro.

No longa de ação/drama/suspense O Pacto (Seeking Justice), o ator vive a história maluca de Will Gerard. Para vingar o estupro da mulher Laura (January Jones), o protagonista se envolve com um grupo de justiceiros e é obrigado a assinar um homem para se livrar da associação.

Durante 105 minutos, é lamentável assistir às risíveis cenas de ação e reviravoltas bobocas da produção dirigida por Roger Donaldson (A Experiência, A Fuga e O Inferno de Dante).

Na parte dois da franquia Motoqueiro Fantasma (Ghost Rider: Spirit of Vengeance), Cage se sai melhor. À vontade na pele de John Blaze, o ator emprestou pela segunda vez suas caras e bocas ao atormentado personagem da Marvel Comics.

Na tentativa de se manter na crista da onda, a continuação em 3D dos diretores e parceiros Mark Neveldine e Brian Taylor se perde ao abusar dos recursos de videoclipes, videogames e videoartes. Os efeitos especiais tornam a trama interessante, mas não são o bastante para segurar seus 95 minutos. O filme é questionável, porém Cage não passa vergonha como em O Pacto.

Tropeços na carreira
No entanto, essas não são as primeiras produções a macular a carreira do astro. Elas apenas reafirmam suas más escolhas cinematográficas.

À esquerda, Nicolas Cage como John Blaze no longa-metragem Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança; à direita, o ator hollywoodiano vive Will Gerard no filme O Pacto/Fotos: Divulgação

Desde que faturou seu primeiro e único Oscar, Cage oscila entre filmes ótimos e irregulares. Quem não o aplaudiu pelo duplo papel Castor Troy/Sean Archer em A Outra Face (1997)? Pelo detetive particular Tom Welles em 8mm (1999)? Ou pelo paramédico insone Frank Pierce em Vivendo no Limite (1999)?

Quem não o reprovou pelo anjo Seth no remake Cidade dos Anjos (1998)? Ou pelo mágico Cris Johnson em O Vidente (2007)?

O ator diz que seus filmes são honestos e que o problema são os críticos. A polêmica somada às trapalhadas de sua vida privada – como a declaração de falência em 2009 e a briga com a mulher em 2011 – dão margem para a crítica classificá-lo como mercenário ou afirmar que ele sofre da maldição do Oscar.

Com isso, é impossível saber em que lugar o astro quer chegar. Quer ser reconhecido como um ator que trabalha muito? Ou por ser um cara que consegue faturar o máximo com o mínimo de esforço?

O que se pode afirmar agora é que com os filmes Stolen (2012), The Frozen Ground (2012), The Croods (2013) e Frank or Francis (2013), Cage vai engordar sua conta bancária. Afinal, seu cachê é de em média US$ 6 milhões (cerca de R$ 10 milhões) por produção.

Apesar das derrapadas, seu nome e seu carisma ainda arrastam plateias aos cinemas de todo o mundo. E, pelo andar da carruagem, o público e Hollywood não se cansaram dele.


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Debora de Lucas


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Três motivos… Esqueçam isso, vamos falar sobre “Amanhecer – Parte 1”, Drácula, vampiros, Stephenie Meyer e Bram Stoker

“Venha me beijar, meu doce vampiro…”. Se a Saga Crepúsculo fosse uma produção nacional, com certeza teria a música “Doce Vampiro”, de Rita Lee, como tema. Há vampiro mais educado e cavalheiro na história da Sétima Arte do que Edward Cullen (Robert Pattinson)? Bella Swan (Kristen Stewart) diria que não.

"Amanhecer - Parte 1" é o quarto filme da Saga Crepúsculo/Divulgação

“Amanhecer – Parte 1” (Breaking Dawn – Part 1) estreia no Brasil e nos Estados Unidos nesta sexta-feira (18) e deve arrecadar cerca de R$ 262 milhões (US$ 148 milhões)  no primeiro final de semana de seu debut segundo o Box Office Mojo.

A continuação de 2h10 de “Crepúsculo” (2008), “Lua Nova” (2009) e “Eclipse” (2010) mostrará o casamento de Edward e Bella e a tão esperada primeira noite de amor entre os protagonistas da franquia.

Dulcíssimos vampiros
A diferença entre a saga crepuscular e os outros filmes vampíricos é a docilidade dos mordedores de pescoço da escritora Stephenie Meyer.

Enquanto os personagens da norte-americana são movidos pelo amor romântico e pela preservação do equilíbrio entre vampiros e humanidade, o conde Vlad, o Empalador, do romance “Drácula”, de Bram Stoker, está mais interessado em sangue.

A maioria dos longas do gênero se baseou na obra do autor irlandês e, por isso, quase todos os filmes sobre vampiros são de terror.

Depois de Sherlock Holmes, Drácula é personagem mais retratado no cinema de acordo com o livro “101 Horror Movies You Must See Before You Die”, da editora gringa Quintessence Book.

De Nosferatu a Edward Cullen
A primeira adaptação do romance “Drácula” para as telonas foi o alemão “Nosferatu” (1922), um clássico do Cinema Mudo. Depois, vieram o americano “Drácula” (1931), com Bela Lugosi, o britânico “Horror of Dracula” (1958), entre outros.

Nos anos 1980, as histórias de vampiros começaram a se modernizar e ganhar diferentes nuances como “Fome de Viver” (1983), “A Hora do Espanto” (1985) e “Os Garotos Perdidos” (1987).


Na década de 1990, uma das mais importantes e bem sucedidas adaptações do livro do irlandês foi lançada: “Drácula de Bram Stoker” (1992). O longa-metragem de Francis Ford Coppola contou com um elenco estrelar, faturou três Oscars e entrou para a história do cinema.

A Marvel Comics levou seu Blade a Hollywood em 1998. O vampiro daywalker (caminhante diurno, em tradução livre) agradou tanto que ganhou mais duas continuações: “Blade II – O Caçador de Vampiros” (2002) e “Blade: Trinity” (2004).

Ainda na primeira década dos anos 2000, uma dezena filmes sobre o tema chegaram aos cinemas e entre eles se destacaram “30 Dias de Noite” (2007) , de David Slade, e “Crepúsculo” (2008), de Catherine Hardwicke.

O último deu início a Saga Crepuscular que chega ao quarto longa com “Amanhecer – Parte 1”. A trama de Bella, Edward e Jacob Black (Taylor Lautner) é boa, no entanto, como vocês perceberam, a relação entre os mordedores de pescoço e a Sétima Arte não é novidade.

“Amanhecer – Parte 1” | Site oficial [em inglês]
www.breakingdawn-themovie.com


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Debora de Lucas


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