Vote, vote, vote… Sim, as revistas de música adoram convocar seus leitores para escolherem o melhor artista, disco, videoclipe e o escambau do ano. Nesta hora, as opiniões dos especialistas e dos jornalistas das redações são desconsideradas. Pois a voz do povo é a voz de Deus, justificam os mais antigos.
Elvis Presley está no páreo pelo título de Maior Ícone Musical dos últimos 60 anos da revista britânica NME/Divulgação
Partindo dessa premissa e para celebrar seus 60 anos, a charmosíssima revista New Musical Express (NME) lançou em seu site uma enquete para descobrir quem é o Maior Ícone Musical das últimas seis décadas. A pesquisa foi publicada nesta quarta-feira (21).
Os internautas podem escolher entre 60 indicados.
Gente de peso como Elvis Presley (1935 – 1977), Bob Dylan, John Lennon (1940 – 1980), Bob Marley (1945 – 1981), Freddie Mercury (1946 – 1991), Madonna, Keith Richards, Michael Jackson (1958 – 2009), David Bowie, Prince, Jimi Hendrix (1942 – 1970), Debbie Harry, Lou Reed e Sid Vicious (1957 – 1979) estão entre os elegíveis.
No entanto, a “molecada” da atual cena musical gringa também está no páreo e é representada por artistas como Kurt Cobain (1967 – 1994), PJ Harvey, Amy Winehouse (1983 – 2011), Dave Grohl, Julian Casablancas, Jay Z, Beth Ditto, Björk, Damon Albarn e os irmãos Noel e Liam Gallagher.
O processo de votação é supersimples, e os internautas podem participar quantas vezes quiserem. Como a publicação britânica não informa até quando aceitará votos, é bom se apressar! PARTICIPE AGORA
Quem nas próximas semanas estiver zanzando por Londres, não pode perder a mostra fotográfica The Day the Music Died (o dia em que a música morreu, em tradução livre) na Proud Camden. A badalada galeria inglesa organizou a exposição em homenagem à cantora Amy Winehouse, morta em 23 de julho.
Amy Winehouse sob a lente de Mattia Zoppellaro/Reprodução
A ideia central da exibição – que se iniciará na quarta-feira (14) – é prestar um tributo aos artistas que marcaram o universo da música popular gringa e tiveram mortes inesperadas.
A mostra apresentará uma foto da compositora e intérprete dos sucessos “Rehab”, “Love Is a Losing Game”, “Tears Dry on Their Own” e “Back to Black” (à esquerda). A imagem da diva de 27 anos foi feita pelo fotógrafo italiano Mattia Zoppellaro.
Além do registro, retratos de astros como Brian Jones (The Rolling Stones), Jimi Hendrix, Jim Morrison (The Doors), Janis Joplin, Freddie Mercury (Queen), Sid Vicious (The Sex Pistols), Kurt Cobain (Nirvana), Buddy Holly, Roger “Syd” Barrett (Pink Floyd), Joe Strummer (The Clash) e até mesmo Michael Jackson farão parte da exposição.
A exibição terá entrada franca e se encerrará em 5 de fevereiro de 2012. A Proud ainda não informou se as fotos expostas estarão à venda. No entanto, a casa tem o costume de comercializar as imagens que compõem as mostras que organiza.
Geralmente, as fotografias são reveladas em tiragens que não ultrapassam as 100 cópias e podem ser compradas pelo site da galeria. O retrato que será exposto de Amy já está disponível na web e custa £250 (cerca de R$ 700).
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THE DAY THE MUSIC DIED de 14 de dezembro a 5 de fevereiro de 2012 Entrada franca Horário: das 9h30 às 19h Proud Camden
NW1 8AH, Camden Town (The Horse Hospital | Stables Market | Chalk Farm Road), Londres, Inglaterra
1 – Irá até domingo (4). Depois, bau bau!!! A mostra Em Nome dos Artistas – Arte Contemporânea Norte-Americana na Coleção de Astrup Fearnley está exposta no Pavilhão Ciccillo Matararazzo desde 30 de setembro. As obras do museu norueguês “habitam” os três pisos do prédio da Fundação Bienal de São Paulo. Para aproveitar, o visitante necessita de pelo menos duas horas para percorrer os trabalhos dos 51 artistas que compõem a exposição.
A obra “The Fate of Man”, do artista plástico Damien Hirst, faz parte da mostra Em Nome dos Artistas/Gabriel Florez/Flickr
2 – É um espaço onde a Arte Contemporânea pode ser contemplada e repensada. Sob o espírito contestador e ousado norte-americano, materiais ordinários como recortes de jornais, tecidos, roupas, fotocópias, parachoques, latas de tinta, panelas, trator, boias e bolas de basquete foram transformados em esculturas, projetos, quadros, entre outras formas de expressão.
As obras dos 50 artistas americanos intervêm e brincam com símbolos da cultura do país. Imagens de ídolos como o ator Tom Cruise e o cantor Michael Jackson estão desconstruídas nas instalações “Top Cruise”, de Mike Bouchet, e “Negative Capabilities”, de Edgar Arceneaux, respectivamente. A rede de fast food McDonald’s é ridicularizada por Tom Sachs. Os cowboys são homenageados na série de fotografias de Richard Prince. Até a bandeira do país e o selo presidencial foram, digamos, maculados.
No meio dessa americanada, está o inglês Damien Hirst. Segundo os curadores, o trabalho do britânico – conhecido por discutir a relação entre Morte e Arte – faz parte da mostra porque foi influenciado pelos velhos artistas contemporâneos norte-americanos e é uma referência à nova geração do país de Barack Obama.
3 – É super barato! O ingresso custa R$ 20, e estudantes, aposentados e professores pagam meia-entrada. Maiores de 60 anos, deficientes físicos, grupos agendados e crianças com até 12 anos têm entrada franca.
Tá sem grana? Não se preocupe. No domingo (4), ninguém pagará para conferir a exposição. Só fique esperto com o horário, das 9h às 19h (mais informações abaixo).
Ponha uma roupa e sapatos confortáveis, prepare-se para bater perna, leve a câmera fotográfica e mantenha a mente aberta para curtir a experiência ao máximo!
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EM NOME DOS ARTISTAS – ARTE CONTEMPORÂNEA NORTE-AMERICANA NA COLEÇÃO DE ASTRUP FEARNLEY até domingo (4) Local: Pavilhão Ciccillo Matarazzo (Pavilhão da Bienal), Parque Ibirapuera, Portão 3, São Paulo (SP) Telefone: (11) 5576 7600 | e-mail: bienalsp@fbsp.org.br
Horário de funcionamento: das 9h às 19h. Os visitantes podem ingressar na exposição até as 18h. Ingresso: R$ 20, de sexta-feira a sábado. Estudantes, aposentados, professores têm direito à meia-entrada, R$ 10. Grátis, no domingo.
Vinte dias após o lançamento oficial na Europa, o documentário “Michael Jackson: A vida de um ícone” (Michael Jackson: The Life of an Icon) chega nos formatos DVD e Blu-Ray ao Brasil. O filme de 149 minutos – produzido, narrado e estrelado pelo amigo de infância do Rei do Pop, David Gest – reconta a trajetória do músico sob a ótica de sua família.
A produção dirigida pelo estreante Andrew Eastel repassa os dias de glória de Michael ao lado de seus irmãos no Jackson 5, a brilhante carreira solo e as declarações infelizes ao polêmico documentário “Living with Michael Jackson” , do jornalista inglês Martin Bashir.
As acusações de pedofilia, as aparições nos tribunais, os preparativos para a turnê “This is It”, os últimos dias de vida e parte do julgamento do médico Conrad Murray – que em 7 de novembro foi declarado culpado pela morte do artista – também fazem parte do filme.
Jackson morreu aos 50 anos de overdose do anestésico propofol em 25 de junho de 2009, em Los Angeles, Estados Unidos.
O filme apresenta entrevistas exclusivas com a mãe do astro, Katherine, seus irmãos, Tito e Rebbie, amigos como o próprio produtor do documentário e personalidades do mundo da música como os cantores Smokey Robinson, Paul Anka, Dionne Warwick e Whitney Houston, o empresário do artista Frank DiLeo e os produtores Kenny Gamble e Leon Huff.
Imagens de arquivo dos mais de 40 anos de carreira do músico foram usadas no longa. À imprensa europeia, Gest afirmou que trabalhou durante 15 meses na empreitada.
Hattenston apontou que, pela primeira vez, a mãe do músico teve a chance de contar a história de seu filho do seu ponto de vista. “No semblante de Katherine Jackson, vemos o Michael adulto como ele deve ter sido”, escreveu o jornalista depois de conferir o documentário na première em 2 de novembro, em Londres.
Negócios póstumos
No entanto, esse não é o único “negócio” que envolve o nome do Rei do Pop. Neste ano, o Cirqué Du Soleil montou um espetáculo em homenagem ao cantor, “The Immortal World Tour”. A trilha sonora da apresentação já pode ser adquirida no site oficial do músico.
Michael Jackson é o artista morto que mais fatura segundo levantamento de 2011 da revista Forbes. Pelo segundo ano consecutivo, o astro lidera a lista das 15 celebridades que mesmo após a morte fazem grana.
Michael Jackson, aos 29 anos, em uma foto de divulgação do disco “Bad” (1987)/Reprodução
De outubro de 2010 a outubro de 2011, o Rei do Pop arrecadou cerca de R$ 316 milhões (US$ 170 milhões). O músico desbancou nomes como Elvis Presley (R$ 102 milhões), Marilyn Monroe (R$ 50 milhões), Charles Schulz (R$ 47 milhões) e John Lennon (R$ 22 milhões) do trono póstumo.
Além de dar um baile nos mortos, o ídolo faturou mais do que a banda de rock U2 – que está vivinha da silva! – com a bem sucedida turnê mundial “360°”, ainda de acordo com a publicação.
Mesmo com as más fases e as polêmicas, Michael Joseph Jackson nos mostra que o ditado popular “quem foi rei, nunca perde a majestade” é verdadeiro e que seu legado está longe de ser esquecido.
MICHAEL JACKSON: A VIDA DE UM ÍCONE Duração: 149 minutos | Lançamento no Brasil: 28 de novembro de 2011 Direção: Andrew Eastel | Produção: David Gest | Estúdio: Universal Preço: de R$ 39,90 (DVD, em média) a R$ 59,90 (Blu-Ray, em média) Idioma: Inglês | Legendas: Português | Som: Dolby Digital 5.1
É possível esbanjar suingue usando uma camiseta? A OriginalMusicShirt.com crê que sim.
O passo a passo da coreografia de “Single Ladies (Put A Ring On It)”, de Beyoncé, está estampado em um dos modelos da Dance Collection da OSM/Reprodução
Depois de estampar nomes de músicas como “Suspicious Minds” (Elvis Presley) e “Like a Virgin” (Madonna) e frases engraçadinhas como “I’m not a Dirty Musician, I Am the Fuckin’ Manager” (em tradução livre, “Eu não sou um músico pobretão, sou um puta empresário”) em camisetas de algodão, a loja virtual francesa especializada em T-shirt musicais fechou um negócio da China.
Quanto custa?
As camisetas da Dance Collection custam entre 14,90 € (cerca de R$ 40) e 19,90 € (aproximadamente R$ 50) e as taxas de entrega já estão incluídas. Segundo a loja virtual, o produto chega à casa do cliente em 48h no território francês e em cinco dias no resto do mundo. Se a camiseta não ficar okay no corpo, a empresa troca a peça.
As danças charmosas de Jonh Travolta não ficaram de fora da linha da loja virtual francesa/Reprodução
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