Documentário Tropicália estreia nesta sexta (14)

O documentário nacional Tropicália chega às salas de cinema nesta sexta-feira (14). O filme de 82 minutos do diretor Marcelo Machado revisita o movimento cultural homônimo encabeçado pelos músicos Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa, Tom Zé, Os Mutantes Arnaldo Baptista, Rita Lee e Sérgio Dias e pelo poeta Torquato Neto (1944 – 1972) no final da década de 1960 no Brasil.

Em pé, da esquerda para direita: Jorge Ben Jor, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Rita Lee e Gal Costa. Sentados, da esquerda para direita: Sérgio Dias e Arnaldo Baptista/Divulgação

A produção é composta por depoimentos recentes e imagens raras de arquivo. Os nomes do cantor e compositor Jorge Ben Jor, do cineasta Glauber Rocha (1939 – 1981) e do diretor teatral José Celso Martinez Corrêa também são citados no longa-metragem.

Emblemáticas canções tropicalistas como A Minha Menina, Alegria, Alegria, Baby, Panis et Circenses e Bat Macumba  aquecem a trilha sonora.

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O filme abriu a edição de 2012 do tradicional festival de documentários É Tudo Verdade e faturou o Prêmio Especial do Júri no 8º International Music & Film Festival (JIMFF), na Coreia do Sul. Além disso, o longa foi exibido em festivais como Telluride Film (EUA) e San Sebastián (Espanha).

“TropiTube” – Até o fechamento deste post, o trailer oficial de Tropicália contava com mais de com mais de 33.700 visualizações no seu canal oficial no YouTube. O vídeo foi publicado em 19 de junho deste ano na rede social do Google.

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Tropicália | Hotsite Oficial
www.tropicaliaofilme.com.br

Pôster do documentário Tropicália/Reprodução

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Debora de Lucas


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3MOTIVOSPARA… fazer nada

1 – No livro O Ócio Criativo (2000), o sociólogo italiano Domenico De Masi defende a importância do tempo livre para a evolução plena e igualitária da sociedade pós-industrial. O pensador crê que a humanidade deve se libertar da ideia tradicional do trabalho como obrigação e começar a mesclá-lo a atividades como estudo e ócio.

Logotipo do grupo criado pelo designer Marcelo Bohrer/Reprodução

Se atingirmos esse patamar, De Masi prevê o desenvolvimento de uma nova sociedade que será mais solidária, altruísta, feliz, criativa e livre.

2 – Se tiver dificuldades para fazer nada, procure o Clube de Nadismo.

Lá, encontros que valorizam o tempo livre e visam a qualidade de vida são organizados todos os meses.

Segundo a página do grupo na web, o nadismo foi criado pelo brasileiro Marcelo Bohrer em 2005. Após sofrer uma crise da síndrome de Burnout em Londres (Inglaterra), o designer desenvolveu o conceito “ocioso”.

Um ano depois e já no Brasil, Bohrer fundou o clube que, atualmente, conta com mais de sete mil associados brazucas e gringos e realizou mais de 20 encontros em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Munique (Alemanha) e Londres.

3 – Essa ideia é velha. Com o refrão “Nada melhor do que não fazer nada/Só pra deitar e rolar com você!”, a Rainha do rock brasileiro Rita Lee [@rita_lee] saiu na frente de Bohrer e De Masi. Desde 1979, a artista canta os benefícios do ócio em  Mania de Você.


A música é um dos maiores sucessos da roqueira sessentona que se aposentou dos palcos em 28 de janeiro, em um show tumultuado, em Aracaju (SE).

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Debora de Lucas


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Três motivos… Esqueçam isso, vamos falar sobre “Amanhecer – Parte 1”, Drácula, vampiros, Stephenie Meyer e Bram Stoker

“Venha me beijar, meu doce vampiro…”. Se a Saga Crepúsculo fosse uma produção nacional, com certeza teria a música “Doce Vampiro”, de Rita Lee, como tema. Há vampiro mais educado e cavalheiro na história da Sétima Arte do que Edward Cullen (Robert Pattinson)? Bella Swan (Kristen Stewart) diria que não.

"Amanhecer - Parte 1" é o quarto filme da Saga Crepúsculo/Divulgação

“Amanhecer – Parte 1” (Breaking Dawn – Part 1) estreia no Brasil e nos Estados Unidos nesta sexta-feira (18) e deve arrecadar cerca de R$ 262 milhões (US$ 148 milhões)  no primeiro final de semana de seu debut segundo o Box Office Mojo.

A continuação de 2h10 de “Crepúsculo” (2008), “Lua Nova” (2009) e “Eclipse” (2010) mostrará o casamento de Edward e Bella e a tão esperada primeira noite de amor entre os protagonistas da franquia.

Dulcíssimos vampiros
A diferença entre a saga crepuscular e os outros filmes vampíricos é a docilidade dos mordedores de pescoço da escritora Stephenie Meyer.

Enquanto os personagens da norte-americana são movidos pelo amor romântico e pela preservação do equilíbrio entre vampiros e humanidade, o conde Vlad, o Empalador, do romance “Drácula”, de Bram Stoker, está mais interessado em sangue.

A maioria dos longas do gênero se baseou na obra do autor irlandês e, por isso, quase todos os filmes sobre vampiros são de terror.

Depois de Sherlock Holmes, Drácula é personagem mais retratado no cinema de acordo com o livro “101 Horror Movies You Must See Before You Die”, da editora gringa Quintessence Book.

De Nosferatu a Edward Cullen
A primeira adaptação do romance “Drácula” para as telonas foi o alemão “Nosferatu” (1922), um clássico do Cinema Mudo. Depois, vieram o americano “Drácula” (1931), com Bela Lugosi, o britânico “Horror of Dracula” (1958), entre outros.

Nos anos 1980, as histórias de vampiros começaram a se modernizar e ganhar diferentes nuances como “Fome de Viver” (1983), “A Hora do Espanto” (1985) e “Os Garotos Perdidos” (1987).


Na década de 1990, uma das mais importantes e bem sucedidas adaptações do livro do irlandês foi lançada: “Drácula de Bram Stoker” (1992). O longa-metragem de Francis Ford Coppola contou com um elenco estrelar, faturou três Oscars e entrou para a história do cinema.

A Marvel Comics levou seu Blade a Hollywood em 1998. O vampiro daywalker (caminhante diurno, em tradução livre) agradou tanto que ganhou mais duas continuações: “Blade II – O Caçador de Vampiros” (2002) e “Blade: Trinity” (2004).

Ainda na primeira década dos anos 2000, uma dezena filmes sobre o tema chegaram aos cinemas e entre eles se destacaram “30 Dias de Noite” (2007) , de David Slade, e “Crepúsculo” (2008), de Catherine Hardwicke.

O último deu início a Saga Crepuscular que chega ao quarto longa com “Amanhecer – Parte 1”. A trama de Bella, Edward e Jacob Black (Taylor Lautner) é boa, no entanto, como vocês perceberam, a relação entre os mordedores de pescoço e a Sétima Arte não é novidade.

“Amanhecer – Parte 1” | Site oficial [em inglês]
www.breakingdawn-themovie.com


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Debora de Lucas


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