3MOTIVOSPARA… admirar o fotógrafo Steve Schapiro

1 – Uma retrospectiva sobre o ilustre nova-iorquino é aberta nesta sexta-feira (16) no museu Fotografiska, em Estocolmo, Suécia. A exposição apresenta retratos de personalidades como o boxeador Muhammad Ali, o ativista político Martin Luther King (1929 – 1968), a atriz Sophia Loren e o artista plástico Andy Warhol (1928 – 1987).

Em um momento de descontração, o carismático boxeador Muhammad Ali posa para Steve Schapiro/Steve Schapiro/Reprodução

A mostra pode ser visitada até 27 de maio, e as entradas custam entre 80 (R$ 21,20) e 110 coroas suecas (R$ 29,10). >>>SAIBA MAIS

2 – Mas não pense que Schapiro é mais um destes fotógrafos hypes, que só clicam celebridades.

Nascido em 1934, foi discípulo do legendário fotojornalista norte-americano W. Eugene Smith (1918 – 1978).

Começou a carreira nos anos 1960. Cobriu o Movimento pelos Diretos Civis nos Estados Unidos, a campanha presidencial de Robert Kennedy (1925 – 1968), o submundo das drogas em Nova York, entre outras pautas.

Também fez capas e imagens internas para as revistas Life, Time, Newsweek, Rolling Stone, Vanity Fair, People, Sports Illustrated e Paris Match.

Não satisfeito com o sucesso no fotojornalismo, se envolveu com o show business. Foi fotógrafo de músicos como David Bowie e Barbra Streisand.

Além disso, fez fotogramas e fotos de divulgação e para cartazes de cerca de 200 filmes de Hollywood, entre eles Taxi Driver, Rambo e a trilogia O Poderoso Chefão.

3 – Extremamente múltiplo, o setentão continua na ativa. Depois dos livros American Edge (2000), Schapiro’s Heroes (2007) e The Godfather Family Album (2008), o mestre da fotografia está preparando mais um título que contará com 150 imagens inéditas.

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De cima para baixo, a atriz Sophia Loren, o ativista político Martin Luther King e o cantor David Bowie sob as lentes do fotógrafo nova-iorquino Steve Schapiro. Todas as fotos deste post fazem parte da retrospectiva do museu sueco Fotografiska/Steve Schapiro/Reprodução

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Steve Schapiro | Site oficial
www.steveschapiro.com

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3MOTIVOSPARA… continuar lendo o deborando em 2012

Debora de Lucas


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“Achtung Baby” chega aos 20 anos e ganha cinco edições comemorativas; álbum reinventou e amadureceu U2

“Achtung Baby” completa 20 anos nesta segunda-feira (31) e, para comemorar as duas décadas de seu lançamento, a banda irlandesa U2 relançará o disco em cinco formatos: CD remasterizado, CD duplo de luxo, caixa com vinis, caixa com CDs + DVDs e über caixa com CDs + DVDs.

Da esquerda para direita: Larry Mullen Jr, Bono Vox, Adam Clayton e The Edge durante o lançamento “Achtung Baby” em 1991/Divulgação

Além de faixas extras inéditas, versões demos e remixes, o documentário “From the Sky Down”, de Davis Guggenheim (“Uma Verdade Inconveniente”), é uma das peças chaves da reedição. Por enquanto, o filme – que abriu o Festival Internacional de Cinema de Toronto deste ano – só pode ser adquirido nas duas últimas caixas, que coincidentemente, são as opções mais caras (veja os valores abaixo).

A jogada repetirá a fórmula utilizada em outros discos que também ganharam edições comemorativas como “Boy” (1980), “October” (1981), “War” (1983), “Under a Blood Red Sky” (1983), “The Unforgettable Fire” (1984), “The Joshua Tree” (1987) e “Rattle and Hum” (1988).

Se esse “lança-relança” é tão manjado, por que “Achtung Baby” é tão festejado? Esse álbum, o sétimo de estúdio da banda, foi produzido durante o período mais nebuloso do quarteto.

Reinvenção e amadurecimento
Depois do buscado e almejado sucesso, insatisfações, tensões, desuniões, desconfianças e incertezas quase acabaram com o U2 no final da década de 1980. Sem rumo, o grupo parou por quase dois anos para se reencontrar musicalmente.


Bono Vox e The Edge queriam flertar com a música eletrônica. Larry Mullen Jr. e Adam Clayton queriam voltar às origens do rock. O quarteto tentou definir os novos caminhos no estúdio Hansa, em Berlim, Alemanha, com os produtores Brian Eno e Daniel Lanois. No entanto, até lá, as brigas eram uma constante entre os irlandeses.

Quando tudo apontava para o fim, uma canção – que ironicamente fala sobre separação – reuniu o quarteto. “One” simbolizou a trégua. “One” marcou o renascimento do U2.

Durante esses dias conflituosos, nasceu “Achtung Baby” que se transformou em uma das mais perfeitas – e imitadas – combinações entre rock e música eletrônica. SUPER LEGAL: ‘ouça’ “Achtung Baby” em seis clipes!

“Achtung Baby” é considerado um dos álbuns mais importantes dos anos 1990/Reprodução

O disco estreou na primeira posição da Billboard, arrematou o Grammy de Melhor Álbum de Rock, vendeu mais de 18 milhões de cópias em todo o mundo e foi eleito o Melhor Disco pelos leitores da revista Rolling Stone. Além disso, o trabalho é considerado um dos registros mais importantes dos anos 1990 e da discografia do U2.

O álbum marcou a reinvenção e o amadurecimento da banda. Antes dele, o grupo se limitava as sonoridades punk e rock – e uma pitadinha de blues. Depois dele, se sentiu livre para ousar e inovar.

Ele desconstruiu a imagem do quarteto. De ativistas políticos chatonildos, Bono, The Edge, Larry e Adam se transformaram em astros do rock criativos e descolados.

A experimentação, que hoje faz parte do DNA do U2, foi tão bem sucedida que “Zooropa” (1993) e “Pop” (1997) deram continuidade ao processo iniciado em “Achtung Baby”.

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Por favor, quanto custa?
Por enquanto, apenas as edições CD remasterizado (R$ 37,90) e CD duplo de luxo (R$ 49,90) de “Achtung Baby” estão disponíveis no mercado brasileiro.

As caixas com vinis, CDs + DVDs e über CDs + DVDs só podem ser encontradas em importadoras ou no site oficial da banda e custam, respectivamente, cerca de R$ 200 (US$ 119,95), R$ 280 (US$ 167,95) e R$ 800 (US$ 469,95), mais taxas de entrega.

20 anos de “Achtung Baby” | Hotsite oficial
achtungbaby.u2.com


U2 | Site oficial

www.u2.com


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Debora de Lucas


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Pré-venda de ingressos para documentário “Some Girls Live in Texas 1978″ dos Rolling Stones se inicia

105 minutos de puro rock ‘n’ roll! Deixa eu me explicar melhor. A pré-venda on line de ingressos para o concerto documentário “The Rolling Stones: Some Girls Live in Texas” se iniciou em São Paulo na última sexta-feira (7).

O longa apresenta o show inédito dos Stones filmado em 18 de julho de 1978, no Will Rogers Memorial Center, em Fort Worth, no Texas, Estados Unidos.

O filme será exibido nos dias 11 e 12 de novembro, às 21h, em três salas da rede UCI Cinemas. As entradas podem ser adquiridas pela internet e custam a partir de R$ 22, a inteira, e R$ 11, a meia, mais uma taxa de serviço por cada bilhete (veja mais abaixo).

The Rolling Stones se tornou um quarteto com a saída do baixista Bill Wyman em 1994; da esquerda para direita, Charlie Watts (bateria), Keith Richards (guitarra), Mick Jagger (vocais) e Ronnie Wood (guitarra) compõem atualmente a banda inglesa/Divulgação

O espetáculo fez parte da turnê que coincidiu com o lançamento do décimo sétimo disco da banda: o “Some Girls”. O álbum chegou às prateleiras em 9 de junho de 1978 e foi lançado um dia antes do início da tour dos britânicos pela terra do Tio Sam. Na época, o grupo inglês ainda era um quinteto composto por Mick Jagger, Keith Richards, Ronnie Wood, Bill Wyman e Charlie Watts.

O LP de dez faixas – entre elas “Miss You”, “When the Whip Comes Down”, “Beast of Burden” e “Shattered” – marcou o retorno da banda ao sucesso e a reabilitação de Keith. Ainda no mesmo ano, o disco atingiu a primeira posição do Top 200 da Billboard e vendeu mais de sete milhões de cópias.

Como o álbum, a turnê foi bem sucedida. Em Anaheim (Califórnia), 55 mil ingressos foram vendidos em menos de duas horas. Para o show de 13 de julho em Nova Orleans (Louisiana), 80 mil entradas foram “arrematadas” e um milhão de dólares arrecadados. A série de apresentações se encerrou em 26 de julho de 1978, dia em que Mick completou 35 anos.

Ainda sob as boas vibrações do LP, os ingleses receberam os títulos de Melhor Artista e Álbum do Ano pela enquete anual da revista Rolling Stone.

Mais sobre o “Some Girls Live in Texas 1978”…
O concerto documentário, originalmente filmado em 16 milímetros, foi remasterizado e restaurado para full HD em 2011. O longa apresenta 16 músicas como os hits “Honky Tonk Women”, “Brown Sugar” e “Jumpin’ Jack Flash” e conta com a produção de Bob Clearmountain.


O filme já estreou nos cinemas gringos e será lançado em DVD e Blu-Ray em 21 de novembro nos Estados Unidos.

O show será vendido nas edições simples e de luxo. A primeira contará apenas com a filmagem A segunda, com a apresentação e um CD com as músicas do espetáculo. Como material extra, ambos os formatos apresentarão uma entrevista recente com Mick Jagger.

Por enquanto, não há previsão de lançamento para o DVD/Blu-ray “The Rolling Stones: Some Girls Live in Texas 1978” no Brasil. No entanto, os fanáticos pela banda já podem encomendá-lo na Amazon.com.


Título:
“The Rolling Stones: Some Girls Live in Texas 1978”
Data: 11 (sexta-feira) e 12 (sábado) de novembro
Horário: 21h
Local: UCI Cinemas: Salas Anália Franco 8Jardim Sul 1, e Santana Shopping Park 4
Ingressos antecipados pela web:
>>>Inteira: de R$ 24,55 (R$ 22 + taxa de serviço R$ 2,55) a R$ 28,98 (R$ 26 + taxa de serviço R$ 2,98)
>>>Meia-entrada, idoso, menor de 12 anos, meia-Itaú: de R$ 13,55 (R$ 11 + taxa de serviço R$ 2,55) a R$ 15,98 (R$ 13 + taxa de serviço R$ 2,98)

Censura: 16 anos
Músicas: “Let It Rock”, “All Down The Line”, “Honky Tonk Women”, “Star Star”, “When The Whip Comes Down”, “Beast Of Burden”, “Miss You”, “Just My Imagination (Running Away With Me)”, “Shattered”, “Respectable”, “Far Away Eyes”, “Love In Vain”, “Tumbling Dice”, “Happy”, “Sweet Little Sixteen”, “Brown Sugar” e “Jumpin’ Jack Flash”.
Gênero: Concerto documentário
Duração: 105 minutos
País de origem: EUA
Ano de produção: 1978 (restaurado e remasterizado)
Produção: Bob Clearmountain

UCI | Site Oficial
www.ucicinemas.com.br


The Rolling Stones | Site Oficial

www.rollingstones.com


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Debora de Lucas


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Tema: Esquire por Matthew Buchanan.

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