Mostra fotográfica retrata anos de John Lennon em Nova York

Composta por 120 imagens, a exposição fotográfica John Lennon: sus años en Nueva York (1971 – 1980) apresenta o período em que o eterno Beatle (1940 – 1980) viveu na Big Apple.

A mostra gratuita faz parte do descolado festival portenho Ciudad Emergente e pode ser visitada até 7 de julho no Centro Cultural Recoleta, em Buenos Aires.

Os retratos são de autoria do respeitado fotógrafo de rock Bob Gruen. Amigo de Lennon, o nova-iorquino registrou e acompanhou a fase politizada do músico de Liverpool. Seja bonzinho e curta a página do deborando ;) no Facebook!

John Lennon posa (1940 – 1980) para Bob Gruen/Reprodução

John Lennon posa (1940 – 1980) para Bob Gruen/Reprodução

Brasil?
Não se sabe se a exposição virá ao Brasil. No entanto, Gruen já trouxe seu trabalho ao país.

A espetacular exibição Rockers reuniu cerca de 270 imagens do norte-americano em 2007, em São Paulo. Fotos de artista como Tina Turner, Rolling Stones, Iggy Pop, Sid Vicious (1957 – 1979) e do próprio John Lennon compuseram a mostra.

JOHN LENNON: SUS AÑOS EN NUEVA YORK (1971 – 1980)
Data: até 7 de julho (domingo)
Horário: das 14h às 21h, de domingo a domingo
Centro Cultural Recoleta
Junín 1930
Recoleta | Buenos Aires | Buenos Aires | Argentina
www.centroculturalrecoleta.org | Site Oficial [em espanhol]

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Debora de Lucas


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Três motivos para adorar Debbie Harry

Ela não vai tocar no Rock in Rio. E hoje não é seu aniversário. Mesmo assim, sempre há uma razão para falar de Deborah Ann Harry: a Debbie ou Deborah Harry. A diva encontrou seu lugar ao sol ao lado de seus companheiros do Blondie em 1978, com o histórico disco “Parallel Lines”. De lá para cá, já fez de tudo. Seguiu carreira solo, voltou a tocar com a sua banda – eles se reuniram recentemente para gravar o álbum “Panic of Girls” – e até enveredou pelo mundo do cinema.

Atualmente, isso é de praxe na carreira de uma grande cantora. Mas não se esqueça que essa senhora de 66 anos segurou esse rojão nos anos 1970 e 1980, quando o mainstream ainda era propriedade dos machos.

Displicentemente, Debbie posa para o badalado fotógrafo Bob Gruen na década de 1970

A indiscutível beleza, a atitude rock ‘n’ roll e a voz doce e marcante de Debbie ajudaram a difundir o punk/new wave do sexteto pela Inglaterra, pelos Estados Unidos e, depois, pelo mundo.

Quando os primeiros releases e as primeiras fotos de divulgação do grupo chegaram às redações, dezenas de jornalistas ligavam para o escritório da Chrysalis Records para checar informações. Uma das repostas que os relações públicas da gravadora sempre davam era :“O nome da banda é Blondie, e não Debbie Harry & Blondie”. Deu para sentir o magnetismo da então garota?

Depois desse resumo sobre a vida dessa cantora e compositora, vamos saber quais são os três motivos para adorá-la:

1 – Ela poderia ter conquistado o sucesso como uma cantora de folk rock. Com sua aparência, só precisaria de um punhado de músicas românticas para atingir o estrelato. Mas ela não quis, preferiu o caminho espinhoso do mundo do rock. E deu no que deu. Hoje, é considera uma das primeiras e mais emblemáticas frontwomen da história do “ritmo do Diabo”.

2 – “Call Me”. Quem nunca ouviu essa música, não sabe o que é bom. A canção – composta por Debbie Harry e Giorgio Moroder – é a faixa-tema do filme “Gigolô Americano” (1980), com Richard Gere.

Ao lado de “Heart of Glass” e “The Tide Is High”, “Call Me” é um dos hits do sexteto.

3 – Por último, ela é uma boneca, e não estou falando de sua beleza. Em 2009, a Mattel criou a coleção Barbie Ladies of The 80’s. Para simbolizar as mulheres da louca década de 1980, a empresa transformou as cantoras Cyndi Lauper, Joan Jett e Debbie Harry em dolls.

A boneca da líder do Blondie pode ser encontrada nas lojas de brinquedos do Brasil; custa aproximadamente R$ 200 (Divulgação)

Debbie ficou imortalizada com o seu vestidinho de vinil pink, seu cabelo bicolor, seu charme roqueiro, seu pedestal e seu microfone. O traje fez parte do guarda-roupa da cantora durante os anos 1970 e está na capa do segundo disco do Blondie, o “Plastic Letters” (1977).

Se você encontrar uma Debbie doll, não vai resistir… Será obrigado a entrar na loja, pegar a caixa, observar a boneca de perto, se lembrará de uma das apresentações do sexteto e sairá cantarolando algum sucesso da banda.

Preciso dizer algo mais? Sim, vida longa à senhora Harry!

www.deborahharry.com

www.blondie.net

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Debora de Lucas


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