Lou Reed & Mick Rock: Pré-venda do livro de fotografias Transformer se inicia na web

A pré-venda do livro de fotografias Transformer começou na última quinta-feira (23) na internet. Por £595 (cerca de R$ 1.900, sem as taxas de entrega), a carreira solo de mais 40 anos do músico Lou Reed pode ser revisitada pelas imagens do fotógrafo Mick Rock no título de luxo da Genesis Publications.

Um dos flyers digitais do livro de fotografias Transformer/Reprodução

Um dos flyers digitais do livro de fotografias Transformer/Reprodução

Com tiragem limitada a 350 exemplares, a obra de Reed e Rock é autografada pelos próprios autores e é composta por um compacto em vinil estilizado de sete polegadas (com os sucessos Walk on the Wild Side e Coney Island Baby), um contato fotográfico e uma capa de couro. Garanta o seu exemplar!

A entrega do volume se inicia em setembro, informa a editora.

David Bowie e Lou Reed durante os loucos anos 1970/Reprodução

David Bowie e Lou Reed durante os loucos anos 1970/Reprodução

Ainda na safra de lançamentos “loureedicos” em 2013, há o livro Rimes Rhymes.

O título bílingue – francês e inglês – reúne mais de 300 fotos do músico e textos do escritor suíço Bernard Comment.

Why Transformer?
Aos desavisados, Transformer é um dos discos mais importantes da carreira de Lewis Allan Reed, 71 anos.

Produzido por David Bowie e lançando em 1972, o segundo trabalho solo do norte-americano trazia os hitaços Walk on the Wild Side, Perfect Day, Satellite of Love e Vicious.

Segundo os anais do rock, o álbum salvou a carreira e a vida do ex-Velvet Underground.

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Lulu (2011) é o último disco de estúdio do artista. No CD duplo, o nova-iorquino é acompanhado pelos caras do Metallica.

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Debora de Lucas


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Semana das Querências: Ir à exposição David Bowie Is no museu Victoria & Albert

Colagem de stills do filme O Homem Que Caiu na Terra (1976)/Studio Canal Films Ltd/Reprodução

Colagem de stills do filme O Homem Que Caiu na Terra (1976)/Studio Canal Films Ltd/Reprodução

A partir do acervo pessoal do Camaleão do Rock, mostra reconta a trajetória do artista inglês. A exibição, que segue até 11 de agosto em Londres, aporta em 2014 no Museu da Imagem e do Som (MIS), em São Paulo.

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David Bowie anuncia pré-venda da edição de 40 anos de Aladdin Sane

Depois de dez anos no ostracismo, David Bowie não quer perder mais tempo. Após lançar o CD The Next Day em 8 de março, o artista pop anunciou a pré-venda da edição de aniversário de 40 anos do álbum clássico Aladdin Sane (1973) na semana passada.

O álbum Aladdin Sane completa 40 anos em 2013/Reprodução

O álbum Aladdin Sane completa 40 anos em 2013/Reprodução

O trabalho volta às prateleiras remasterizado e custa £14.52 (cerca de R$ 45, sem as taxas de entrega) na Amazon.co.uk.

O disco foi lançado em 1973 e é uma continuação do hoje também quarentão The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars (1972).

No LP de dez faixas, o Camaleão do Rock adotou mais uma vez o surpreendente alter ego Ziggy Stardust.

David Bowie nos dias de hoje/Jimmy King/Reprodução

David Bowie nos dias de hoje/Jimmy King/Reprodução

Composto pelos hits Aladdin Sane, Panic in Detroit, Time, The Jean Genie e pela versão cover de Let’s Spend the Night Together, dos stones Mick Jagger e Keith Richards, o álbum é considerado uma joia da música pop pela crítica especializada.

Topo das paradas & retrospectiva
No entanto, essas não são as únicas façanhas de Bowie em março.

The Next Day colocou
o artista no topo de diversas paradas musicais em países como Brasil, Alemanha e Estados Unidos.

Capa do disco The Next Day/Reprodução

The Next Day foi lançado em 8 de março/Reprodução

Com o álbum, o artista voltou a ter um disco como o mais vendido no Reino Unido.

A última vez que
isso aconteceu foi em 1993, com Black Tie White Noise.

No último sábado (23), a mostra David Bowie Is foi aberta no museu Victoria and Albert (V&A) em Londres.

A retrospectiva, que conta com cerca de
300 itens – entre figurinos, partituras e instrumentos do acervo do inglês –, celebra a carreira do músico.

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A exposição permanece até 11 de agosto na capital britânica e, em 2014, segue para o Museu da Imagem e do Som (MIS), na cidade de São Paulo (Uh-uh!!!).

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Sem Tony Scott, filme Fome de Viver completa 30 anos

Fome de Viver (The Hunger) é definitivamente um dos filmes mais originais sobre vampiros. Baseado no romance homônimo do escritor Whitley Strieber, o longa-metragem de estreia do diretor e produtor Tony Scott (1944 – 2012) completa 30 anos.

Um dos pôsteres de Fome de Viver/Reprodução

Um dos pôsteres de Fome de Viver/Reprodução

Lançada em 29 de
abril de 1983 nos
Estados Unidos, a produção cult narra
a história da milenar vampira egípcia
Miriam Blaylock (Catherine Deneuve).

Além de sangue, a criatura subsiste
do amor de seus companheiros.

Em contrapartida,
seus amantes não envelhecem até que Miriam se apaixone
por outra pessoa.

Seu atual parceiro,
John Blaylock (David Bowie), começa a
adoecer e busca
a ajuda da médica
Sarah Roberts (Susan Sarandon).

Sem perceber, a jovem acaba envolvida na trama de amor, sensualidade e terror.

Um cult
O filme foi mal recebido pela crítica especializada por retratar os excessos dos anos 1980, fazer comparações sutis entre vampiros e yuppies e pela edição a la comerciais de TV.

Impactado pela reação negativa, Scott só voltou à labuta três anos depois, no blockbuster Top Gun – Ases Indomáveis (1986).

De lá para cá, Fome de Viver se tornou um filme cult pelos mesmos motivos que foi duramente criticado.

A linguagem “acelerada” colocou o cineasta entre os mais importantes de Hollywood. O britânico dirigiu 24 longas e entre eles estão Jogo de Espiões (2001), Inimigo do Estado (1998) e Amor à Queima Roupa (1993).

Suicídio
Os 30 anos de Fome de Viver seriam majestosamente comemorados se o irmão do também diretor Ridley Scott, 75, não tivesse se suicidado em 19 de agosto de 2012.

O diretor Tony Scott (1944 – 2012)/Reprodução

O diretor Tony Scott (1944 – 2012)/Reprodução

Aos 68 anos, o realizador pulou da ponte Vincent Thomas em Los Angeles, nos Estados Unidos. O produtor deixou uma carta à família cujo conteúdo nunca foi revelado à imprensa.

Após a sua morte, circularam rumores de que o vencedor do Globo de Ouro teria um câncer inoperável no cérebro. A informação não foi confirmada pelos familiares.

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O suicídio do diretor chocou o mundo, pois o britânico estava envolvido na sequência de Top Gun e na produção de diversos filmes, entre eles Prometheus (2012), de seu irmão.

Tony Scott deixou a esposa Donna W. Scott e os dois filhos Max e Frank Scott.

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Debora de Lucas


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David Bowie: Com novo single, Camaleão do Rock está de volta

De forma inesperada, o cantor e compositor David Bowie voltou ao cenário musical no último dia 8 de janeiro. Na data em que completou 66 anos, o inglês lançou o single Where Are We Now? e anunciou que seu 30º disco de estúdio, The Next Day, chegaria às prateleiras em março. O retorno repentino do ídolo movimentou a internet e deixou fãs e jornalistas do mundo inteiro excitados.

David Bowie em recente foto de divulgação/Jimmy King/Reprodução

David Bowie em recente foto de divulgação/Jimmy King/Reprodução

O álbum levou dois
anos para ser gravado,
é o primeiro em um
hiato de dez anos
e sucede Reality (2003).

Ainda no turbilhão,
o site do Camaleão
do Rock foi refor-
mulado e ganhou
ares dignos
do século 21.

A página, que foi uma das primeiras e mais modernosas lançadas por um artista pop
nos anos 2000,
estava desatua-
lizada e penosamente abandonada.

Aposentadoria?
As novidades contrariaram às más línguas – que insistiam em vaticinar a aposentadoria do artista – e demonstram que o músico sessentão continua tão serelepe quanto seu alter ego Ziggy Stardust.

Criado em 1972
e embalado por
hits como Starman e The Jean Genie, o personagem andrógeno ajudou a consolidar a carreira de Bowie.

Tony Visconti, produtor do novo disco e colaborador de longa data do astro, declarou recentemente à mídia gringa especializada que David Robert Jones não faria mais turnês.

Todos sabem que o britânico sofreu um infarto em 25 de junho de 2004, durante a apresentação de A Reality Tour, no Hurricane Festival, na Alemanha. O ocorrido cancelou todas as datas da série de concertos e colocou o músico indeterminadamente de molho.

Mesmo assim, é difícil crer que a chama e o vigor do Camaleão do Rock estejam se apagando.

Louros
Constantemente celebrado, Bowie viu seu álbum clássico The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars (1972) completar 40 anos em 2012 e ser comemorado em todo o mundo.

O artista como Ziggy Stardust/Reprodução

O artista como Ziggy Stardust/Reprodução

Ainda no mesmo ano, seus sucessos Space Oddity, Changes, “Heroes”, Rebel Rebel, Young Americans
e Let’s Dance foram executados nas cerimônias de abertura e encerramento das Olimpíadas de Londres.

Além disso, o músico
foi tema de um simpósio na Universidade de Limerick, na Irlanda;
foi apontado como o terceiro maior artista dos últimos 60 anos em uma enquete da revista New Musical Express; e inspirou o ator hollywoodiano Michael Fassbender na composição do androide David, personagem do filme Prometheus (2012).

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A partir de 23 de março, o artista ganhará a retrospectiva David Bowie is no museu londrino Victoria and Albert (V&A).

A mostra contará com itens do acervo do inglês como manuscritos originais, instrumentos, fotos e figurinos.

Capa provisória do disco The Next Day/Reprodução

Capa do disco The Next Day/Reprodução

Parte do imaginário coletivo desde o final dos anos 1960, David Bowie é um dos nomes mais importantes e criativos do mundo pop, e seu enigmático e longo silêncio se assemelhou à ausência inexplicavél de um ente querido.

TRACKLISTING DO ÁLBUM THE NEXT DAY, DE DAVID BOWIE
1 – The Next Day [3:51]
2 – Dirty Boys [2:58]
3 – The Stars (Are Out Tonight) [3:56]
4 – Love is Lost [3:57]
5 – Where are We Now? [4:08]
6 – Valentine’s Day [3:01]
7 – If You Can See Me [3:16]
8 – I’d Rather Be High [3:53]
9 – Boss of Me [4:09]
10 – Dancing Out in Space [3:24]
11 – How Does The Grass Grow [4:33]
12 – (You Will) Set the World on Fire [3:30]
13 – You Feel So Lonely You Could Die [4:41]
14 – Heat [4:25]

Tempo total estimado: 53:14

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Debora de Lucas


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John Lennon é o Maior Ícone Musical dos últimos 60 anos, aponta revista NME

John Lennon em Nova York (EUA)/Bob Gruen/Reprodução

John Lennon em Nova York (EUA)/Bob Gruen/Reprodução

O cantor e compositor John Lennon (1940 – 1980) foi eleito o Maior Ícone Musical dos últimos 60 anos na enquete homônima realizada pela charmosa revista New Musical Express (NME).

O resultado foi anunciado nesta terça-feira (18) no site do tradicional semanário britânico (veja o Top Ten abaixo).

Durante cerca de seis meses, aproximadamente 160 mil votos foram computados.

A sondagem popular celebrou os 60 anos da publicação.

Capa da edição de setembro da NME/Reprodução

Capa da edição de setembro da NME/Reprodução

O ex-Beatle disputou o posto contra 60 pesos pesados do cenário musical gringo como
Elvis Presley (1935 – 1977), Bob Dylan, Bob Marley (1945 – 1981), Freddie Mercury (1946 – 1991), Michael Jackson (1958 – 2009), David Bowie, Jimi Hendrix (1942 – 1970), Sid Vicious (1957 – 1979)
e Madonna.

Capa da NME
A posição rendeu ao eterno garoto de Liverpool a capa da edição desta semana da NME. A revista chega às bancas do Reino Unido nesta quarta-feira (19).

Na matéria, oponentes na enquete como Liam Gallagher e Alex Turner (respectivamente, 2º e 4º lugares) analisaram por que o ex-Beatle conquistou o pódio.

O ex-Oasis afirmou que John Lennon significa tudo para ele. “Eu não saberia dizer se ele é melhor compositor do que [Paul] McCartney, mas seu material é mais bonito e mais louco”, completou o artista.

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A edição ainda traz um pôster; a republicação de fotos históricas e de entrevistas clássicas com o ex-Beatle; a reavaliação do trabalho de Lennon; e o ranking completo da pesquisa.

Top Ten da enquete o Maior Ícone Musical dos
últimos 60 da revista New Musical Express

#1 – John Lennon (1940 – 1980)
#2 – Liam Gallagher
#3 – David Bowie
#4 – Alex Turner
#5 – Kurt Cobain (1967 – 1994)
#6 – Amy Winehouse (1983 – 2011)
#7 – Jimi Hendrix (1942 – 1970)
#8 – Morrissey
#9 – Noel Gallagher
#10 – Ian Curtis (1956 – 1980)

*Post atualizado em 19 de setembro de 2012, às 8h24.

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