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A conta no Twitter da Getty Images Gallery [@gettygallery] é uma boa pedida para quem se amarra em fotografia.

Com um amplo acervo – composto por cliques de fotojornalismo, entretenimento, artes e esportes -, a galeria londrina presenteia diariamente seus seguidores no microblog com imagens belas, históricas e contundentes.

Coppola (costas) e De Niro em O Poderoso Chefão 2/Reprodução

Para celebrar o aniversário de 69 anos
do ator Robert De Niro nesta sexta-feira (17), uma foto do astro duran
-te as filmagens de O Poderoso Chefão 2 (The Godfather: Part II) foi tuitada [ao lado].

No registro de 1974,
o intérprete aparece recebendo orientações
do diretor Francis Ford Coppola.

Até a atriz Mae West (1893 – 1980) foi lembrada.

A estrela, que também nasceu hoje e emprestou as suas curvas à garrafa de 237 ml de Coca-Cola, teve uma foto de divulgação comparti-
lhada na rede social de 140 caracteres.

No entanto, as “tuitadas fotográficas” não se restringem ao mundo do cinema. Recentemente, as boxeadoras Nicola Adams e Barbara Buttrick e o presidente norte-americano Richard Nixon (1913 – 1994) também foram prestigiados.

Deixando o virtual de lado
A Getty Images Gallery está localizada no 46 Eastcastle Street, em Londres (W1W 8DX), Reino Unido.

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Autointitulado de a maior galeria independente de fotografia da capital britânica, o espaço de exposições tem entrada franca e funciona de segunda a sexta-feira, das 10h às 17h30, e aos sábados, das 12h às 17h30. Mais informações no www.gettyimagesgallery.com.

*Post originalmente publicado no deboradelucas.tumblr.com em 17 de agosto.

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Debora de Lucas


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Caixa de Cinema: Jukebox de filmes é inaugurada no MIS de São Paulo

Isso mesmo, uma jukebox de filmes! A Caixa de Cinema vai ser inaugurada no Museu da Imagem e do Som (MIS) de São Paulo em 1º de maio, às 11h.

Cada sessão da Caixa de Cinema dura três minutos/Divulgação

O charmoso aparelho conta com 60 cenas de classicões da Sétima Arte.

Trechos de longas como Cidadão Kane (1941), de Orson Welles; Casablanca (1942), de Michael Curtiz; A Doce Vida (1960), de Federico Fellini; Psicose (1960), de Alfred Hitchcock; Jules e Jim – Uma Mulher para Dois (1962), de François Truffaut; Laranja Mecânica (1971), de Stanley Kubrick; O Poderoso Chefão (1972), de Francis Ford Coppola; e do brazuca Cidade de Deus (2002), de Fernando Meirelles; fazem parte da seleção.

Cada exibição vai durar três minutos.

Grátis, grátis, grátis!
O melhor é que para operar a “cinebox” não será preciso pagar. O funcionamento da cabine cinematográfica é semelhante ao do aparato musical. A partir de um painel touchscreen, os usuários vão escolher o que irão assistir. A máquina tem capacidade para duas pessoas.

Cartaz do drama Jules e Jim (1962)/Reprodução

De acordo com o MIS [@mis_sp], o projeto desenvolvido por André Sturm e Alessandra Dorgan é original e inédito.

A Caixa de Cinema fica no espaço público até 1° de novembro.

CAIXA DE CINEMA
Data: de 1º de maio a 1° de novembro | Funcionamento: de terça a sexta-feira, das 12h às 22h; Aos sábado, domingos e feriados, das 11h às 21h.
Quanto? Grátis | Classificação indicativa: cada filme tem classificação própria
Museu da Imagem e do Som
Avenida Europa, 158 | Jardim Europa | São Paulo | São Paulo
Telefone: (11) 2117-4777 | Como chegar?
Acesso e elevador para cadeirantes
Ar condicionado | Estacionamento conveniado: R$ 8
www.mis-sp.org.br | Site oficial

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Debora de Lucas

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Com os filmes Motoqueiro Fantasma 2 e O Pacto, Nicolas Cage reafirma más escolhas cinematográficas

Nicolas Cage, 48 anos, é indiscutivelmente um bom ator. Ganhou o Oscar pelo personagem Ben Sanderson, em Despedida em Las Vegas (1995). Versátil como Marlon Brando, Al Pacino e Robert De Niro, sempre se arrisca em papéis diferentes como bêbado, policial, bombeiro, anjo da guarda, mocinho e vilão.

Nicolas Cages faz dois filmes por ano/Wikimedia/Nicolas Genin

No show business desde 1981, é um dos poucos astros da época que ainda é requisitado pelos estúdios de Hollywood.

Com 64 longas-metragens no currículo, o sobrinho de Francis Ford Coppola faz em média dois filmes por ano.

Só em 2011, estrelou cinco produções: Caça Às Bruxas, Fúria Sobre Ro-
das
, Reféns, Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança e O Pacto.

Os três primeiros entraram em cartaz no ano passado e foram mal avaliados pela crítica de todo o planeta.

Motoqueiro Fantas-
ma 2 e O Pacto

Os dois últimos estrearam no Brasil em, respectivamente, 17 de fevereiro e 9 de março de 2012, e também não fizeram jus ao talento do astro.

No longa de ação/drama/suspense O Pacto (Seeking Justice), o ator vive a história maluca de Will Gerard. Para vingar o estupro da mulher Laura (January Jones), o protagonista se envolve com um grupo de justiceiros e é obrigado a assinar um homem para se livrar da associação.

Durante 105 minutos, é lamentável assistir às risíveis cenas de ação e reviravoltas bobocas da produção dirigida por Roger Donaldson (A Experiência, A Fuga e O Inferno de Dante).

Na parte dois da franquia Motoqueiro Fantasma (Ghost Rider: Spirit of Vengeance), Cage se sai melhor. À vontade na pele de John Blaze, o ator emprestou pela segunda vez suas caras e bocas ao atormentado personagem da Marvel Comics.

Na tentativa de se manter na crista da onda, a continuação em 3D dos diretores e parceiros Mark Neveldine e Brian Taylor se perde ao abusar dos recursos de videoclipes, videogames e videoartes. Os efeitos especiais tornam a trama interessante, mas não são o bastante para segurar seus 95 minutos. O filme é questionável, porém Cage não passa vergonha como em O Pacto.

Tropeços na carreira
No entanto, essas não são as primeiras produções a macular a carreira do astro. Elas apenas reafirmam suas más escolhas cinematográficas.

À esquerda, Nicolas Cage como John Blaze no longa-metragem Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança; à direita, o ator hollywoodiano vive Will Gerard no filme O Pacto/Fotos: Divulgação

Desde que faturou seu primeiro e único Oscar, Cage oscila entre filmes ótimos e irregulares. Quem não o aplaudiu pelo duplo papel Castor Troy/Sean Archer em A Outra Face (1997)? Pelo detetive particular Tom Welles em 8mm (1999)? Ou pelo paramédico insone Frank Pierce em Vivendo no Limite (1999)?

Quem não o reprovou pelo anjo Seth no remake Cidade dos Anjos (1998)? Ou pelo mágico Cris Johnson em O Vidente (2007)?

O ator diz que seus filmes são honestos e que o problema são os críticos. A polêmica somada às trapalhadas de sua vida privada – como a declaração de falência em 2009 e a briga com a mulher em 2011 – dão margem para a crítica classificá-lo como mercenário ou afirmar que ele sofre da maldição do Oscar.

Com isso, é impossível saber em que lugar o astro quer chegar. Quer ser reconhecido como um ator que trabalha muito? Ou por ser um cara que consegue faturar o máximo com o mínimo de esforço?

O que se pode afirmar agora é que com os filmes Stolen (2012), The Frozen Ground (2012), The Croods (2013) e Frank or Francis (2013), Cage vai engordar sua conta bancária. Afinal, seu cachê é de em média US$ 6 milhões (cerca de R$ 10 milhões) por produção.

Apesar das derrapadas, seu nome e seu carisma ainda arrastam plateias aos cinemas de todo o mundo. E, pelo andar da carruagem, o público e Hollywood não se cansaram dele.


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Debora de Lucas


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Uma Rua Chamada Pecado, Crepúsculo dos Deuses e 8 ½ são 3MOTIVOSPARA… curtir mais uma mostra de cinema no MIS

1 – Além de os clássicos citados no título deste post, os longas O Bandido da Luz Vermelha (2/3), Os Sete Samurais (4/3), O Passageiro – Profissão: Repórter (7/3) e Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (8/3) também serão exibidos na mostra Os Filmes da Minha Vida.

Pôster do filme Uma Rua Chamada Pecado (1951)/Reprodução

O evento rola até a próxima quinta-feira (8/3) no Museu da Imagem e do Som (MIS) de São Paulo.

>>>VEJA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA E LEIA AS SINOPSES


2 –
O encontro foi baseado no terceiro volume do livro homônimo do criador da Mostra Internacional de Cinema, Leon Cakoff (1948 – 2011).

Na obra póstuma, diretores, críticos e especialistas da Sétima Arte falam sobre seus longas-metragens favoritos (dê uma olhada na relação abaixo).

Segundo o MIS [@mis_sp], os depoimentos de cineastas como Win Wenders, Fernando Meirelles e Heitor Dhalia foram colhidos durante a última edição do festival e, agora, estão materializados na telona do espaço cultural.

3 – Este banho de cinema é indecentemente baratinho. O ingresso custa R$ 4 (R$ 2, a meia) e dá direito a todas as sessões do dia!

***

O(S) FILME(S) FAVORITO(S) DE…
+ Adhemar Oliveira, cineclubista e sócio da distribuidora Mais Filmes >
Amarcord (1973), de Federico Fellini, e Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (1977), de Woody Allen

+ Alcino Leite Neto, editor da Publifolha > Se (1968), de Lindsay Anderson

+ André Sturm, diretor executivo do MIS > Paisagem na Neblina (1988), de Theo Angelopoulos, e Seção Especial de Justiça, (1975) de Costa-Gavras

+ Arnaldo Jabor, cineasta e colunista da Rede Globo > Down by Law (1986), de Jim Jarmush

Woody Allen e Diane Keaton em cena de Noivo Neurótico, Noiva Nervosa/Divulgação

+ Fernando Meirelles, cineasta brasileiro > Do Fundo do Coração (1982), de Francis Ford Coppola; Iracema, Uma Transa Amazônica (1976), de Orlando Senna e Jorge Bodanzky; O Bandido da Luz Vermelha (1968), de Rogério Sganzerla, e Os Sete Samurais (1954), de Akira Kurosawa

+ Heitor Dhalia, cineasta brasileiro > 8 ½ (1963), de Federico Fellini; Crepúsculo dos Deuses (1950), de Billy Wilder; O Homem que Matou o Facínora (1962), de John Ford; O Passageiro – Profissão: Repórter (1975), de Michelangelo Antonioni; Os Sete Samurais (1954), de Akira Kurosawa, e Uma Rua Chamada Pecado (1951), de Elia Kazan

+ João Moreira Salles, documentarista brasileiro > Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (1977), de Woody Allen

+ Luiz Zanin Oricchio, crítico do jornal O Estado de São Paulo > 8 ½ (1963), de Federico Fellini, e O Passageiro – Profissão: Repórter (1975), de Michelangelo Antonioni

+ Miguel Barbieri Jr., jornalista especializado da Veja São Paulo > Crepúsculo dos Deuses (1950), de Billy Wilder

+ Win Wenders, cineasta alemão > Paixões que Alucinam (1963), de Samuel Füller

***

OS FILMES DA MINHA VIDA | MOSTRA CINEMATOGRÁFICA
Até 8 de março (quinta-feira)
Programação completa em
www.mis-sp.org.br
Ingressos: R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia). As entradas devem ser compradas com uma hora de antecedência. | Lotação: 173 lugares
Acesso e elevador para cadeirantes.

Museu da Imagem e do Som (MIS)


Avenida Europa, 158
Jardim Europa | São Paulo | São Paulo
Telefone: (11) 2117-4777
www.mis-sp.org.br | Site oficial
Estacionamento: R$ 8 por período de até 6 horas. Opera até as 18h.

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Debora de Lucas


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Três motivos… Esqueçam isso, vamos falar sobre “Amanhecer – Parte 1”, Drácula, vampiros, Stephenie Meyer e Bram Stoker

“Venha me beijar, meu doce vampiro…”. Se a Saga Crepúsculo fosse uma produção nacional, com certeza teria a música “Doce Vampiro”, de Rita Lee, como tema. Há vampiro mais educado e cavalheiro na história da Sétima Arte do que Edward Cullen (Robert Pattinson)? Bella Swan (Kristen Stewart) diria que não.

"Amanhecer - Parte 1" é o quarto filme da Saga Crepúsculo/Divulgação

“Amanhecer – Parte 1” (Breaking Dawn – Part 1) estreia no Brasil e nos Estados Unidos nesta sexta-feira (18) e deve arrecadar cerca de R$ 262 milhões (US$ 148 milhões)  no primeiro final de semana de seu debut segundo o Box Office Mojo.

A continuação de 2h10 de “Crepúsculo” (2008), “Lua Nova” (2009) e “Eclipse” (2010) mostrará o casamento de Edward e Bella e a tão esperada primeira noite de amor entre os protagonistas da franquia.

Dulcíssimos vampiros
A diferença entre a saga crepuscular e os outros filmes vampíricos é a docilidade dos mordedores de pescoço da escritora Stephenie Meyer.

Enquanto os personagens da norte-americana são movidos pelo amor romântico e pela preservação do equilíbrio entre vampiros e humanidade, o conde Vlad, o Empalador, do romance “Drácula”, de Bram Stoker, está mais interessado em sangue.

A maioria dos longas do gênero se baseou na obra do autor irlandês e, por isso, quase todos os filmes sobre vampiros são de terror.

Depois de Sherlock Holmes, Drácula é personagem mais retratado no cinema de acordo com o livro “101 Horror Movies You Must See Before You Die”, da editora gringa Quintessence Book.

De Nosferatu a Edward Cullen
A primeira adaptação do romance “Drácula” para as telonas foi o alemão “Nosferatu” (1922), um clássico do Cinema Mudo. Depois, vieram o americano “Drácula” (1931), com Bela Lugosi, o britânico “Horror of Dracula” (1958), entre outros.

Nos anos 1980, as histórias de vampiros começaram a se modernizar e ganhar diferentes nuances como “Fome de Viver” (1983), “A Hora do Espanto” (1985) e “Os Garotos Perdidos” (1987).


Na década de 1990, uma das mais importantes e bem sucedidas adaptações do livro do irlandês foi lançada: “Drácula de Bram Stoker” (1992). O longa-metragem de Francis Ford Coppola contou com um elenco estrelar, faturou três Oscars e entrou para a história do cinema.

A Marvel Comics levou seu Blade a Hollywood em 1998. O vampiro daywalker (caminhante diurno, em tradução livre) agradou tanto que ganhou mais duas continuações: “Blade II – O Caçador de Vampiros” (2002) e “Blade: Trinity” (2004).

Ainda na primeira década dos anos 2000, uma dezena filmes sobre o tema chegaram aos cinemas e entre eles se destacaram “30 Dias de Noite” (2007) , de David Slade, e “Crepúsculo” (2008), de Catherine Hardwicke.

O último deu início a Saga Crepuscular que chega ao quarto longa com “Amanhecer – Parte 1”. A trama de Bella, Edward e Jacob Black (Taylor Lautner) é boa, no entanto, como vocês perceberam, a relação entre os mordedores de pescoço e a Sétima Arte não é novidade.

“Amanhecer – Parte 1” | Site oficial [em inglês]
www.breakingdawn-themovie.com


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Debora de Lucas


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Três motivos para não esquecer Marlon Brando

Marlon Brando Jr. morreu em 1° de abril de 2004 aos 80 anos. Na subsequente edição do Oscar, não recebeu a tradicional e pomposa homenagem que a Academia costuma realizar quando importantes nomes do cinema morrem. No entanto, em vida, faturou duas estatuetas – a primeira pelo papel de Terry Malloy, em “Sindicato dos Ladrões” (1954), e a segunda por Don Vito Corleone, em “O Poderoso Chefão” (1972) – e um punhado de indicações.

Marlon Brando era chamado de Bud pelos familiares

A Academia e Hollywood esnobaram a morte de Brando porque, durante toda a sua carreira, o ator se envolveu em diversas brigas com os mandachuvas dos grandes estúdios e sempre fez pouco caso do life style das estrelas.

Ele era um rebelde, ou como diríamos hoje em dia, não era um cara muito bom de network. Mas um rebelde tão talentoso, charmoso e belo que alterou definitivamente a maneira de atuar em frente às câmeras.

Antes dele, os atores transportavam as técnicas teatrais de interpretação para os filmes. Com ele, a naturalidade, a coloquialidade e a espontaneidade ganharam espaço.

Na “Era Pré-Brando”, os atores eram caricatos e distantes da realidade. Na “Era Pós-Brando”, murmurar, improvisar, dar as costas e não encarar às câmeras se tornaram regras para quem estava no métier. Em resumo, foi o filho mais pródigo do Método Stanislavsky e do Actors Studios.

Sua rebeldia, ou melhor, seu espírito livre não se limitou apenas à vida profissional. Se casou três vezes, teve diversos amantes (de ambos os sexos) e mais de nove filhos entre legítimos, ilegítimos e adotados. Apoiou abertamente o movimento dos Panteras Negras contra o racismo e as causas indígenas nos Estados Unidos.

Teti’aroa e sobrepeso
Ainda nos anos 1970, antes da febre do ambientalismo, comprou uma ilha na Polinésia Francesa – Teti’aroa – e decidiu que a transformaria em um resort sustentável. Com a grana, pagaria os altos impostos do pequeno pedaço de terra, desenvolveria uma estrutura de saneamento e reciclagem de lixo e empregaria os polinésios que quisessem trabalhar por lá.

Na década de 1990, quando não conseguia mais emagrecer, tinha o costume de ligar para as emissoras de rádios americanas que faziam chacotas a respeito do seu sobrepeso. Com a sua voz única, Mister Brando entrava no ar e se fazia respeitar pelos locutores e ouvintes.


O engraçado é que, mesmo com seus mais de 100 kg, ele mantinha a graça e a leveza. Quem duvida que um homem gordo e velho pode ser extremante sensual, precisa assistir a “Don Juan de Marco” (1995). Em uma das últimas cenas do filme, Brando e Faye Dunaway dançam de forma apaixonada e verdadeira. A interpretação dos dois astros põe a atuação romântica de muitos atores e atrizes jovens e sarados no chinelo.

A vida dele foi longa e eu já escrevi demais. Saiba agora quais são os três motivos para não esquecer Marlon Brando.

1 – Apesar de seu indiscutível talento, Bud – como era chamado pelos familiares – teve uma carreira cheia de altos e baixos. Entre os anos 1950 e 1960, viveu papéis que escreveram seu nome na história do cinema como o polonês Stanley Kowalski, em “Uma Rua Chamado Desejo” (1951).

Entre os anos 60 e 70, se afastou de Hollywood e participou de filmes menores como “Dois Farristas Irresistíveis” (1964) e “Appaloosa” (1966). Voltou ao esquemão com “O Poderoso Chefão” (1972), de Francis Ford Coppola.


Os dirigentes da Paramount não o queriam no papel. Argumentaram que, além de causar muitos problemas, o ator estava acabado. Coppola disse que não faria o longa sem Brando. Depois de muito lenga-lenga, os executivos decidiram que o ator só poderia participar do filme se passasse no teste… E que seu cachê seria de apenas 250 mil dólares – Brando estava acostumado a receber 1 milhão de dólares por filme.

O resto é história. Don Corleone se tornou um dos ícones do cinema mundial e, pelo papel, o ator recebeu o seu segundo Oscar. Após o longa, Brando fez os grandes “Último Tango em Paris” (1972) e “Apocalipse Now” (1979). Resumindo, foi um sobrevivente e sempre soube se reinventar quando tudo parecia acabado.

2 – Sempre fez o que quis e nunca saiu choramingando as consequencias de seus atos. Além disso, teve a sua rebeldia indomável imitada por James Dean nas telonas.

3 – Escreveu a autobiografia “Canções que a Minha Mãe Me Ensinou”  com o jornalista Robert Lindsey e a lançou em 1994. Nela, o astro falou sobre a infância simples e difícil, os pais alcoólatras, a compulsão por comida e os bastidores de seus mais de 40 filmes. As técnicas de interpretação, a importância da voz para um ator e as relações com amigos e fãs também foram assuntos abordados. Os únicos que temas que Brando não tocou – por considerar  “estúpido e degradante” – foram seus casamentos e seus filhos.

Marlon ganhou dois Oscar: o primeiro por Terry Malloy, em “Sindicato dos Ladrões” (foto), e o segundo por Don Corleone, em “O Poderoso Chefão”/Divulgação

Marlon ganhou dois Oscar: o primeiro por Terry Malloy, em “Sindicato dos Ladrões” (foto), e o segundo por Don Corleone, em “O Poderoso Chefão”/Divulgação

Em tom confessional, o ator revisitou seu passado com clareza e sem meias palavras nas 370 páginas do livro que é composto por histórias engraçadas, amorosas, tristes, dolorosas e uma série de cartas. Além disso, a obra conta com dezenas de fotos da infância, juventude, família, atuações teatrais, sets de filmagens e imagens da vida íntima do astro.

***

Marlon Brando | Site oficial
www.marlonbrando.com


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Debora de Lucas


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