John Lennon é o Maior Ícone Musical dos últimos 60 anos, aponta revista NME

John Lennon em Nova York (EUA)/Bob Gruen/Reprodução

John Lennon em Nova York (EUA)/Bob Gruen/Reprodução

O cantor e compositor John Lennon (1940 – 1980) foi eleito o Maior Ícone Musical dos últimos 60 anos na enquete homônima realizada pela charmosa revista New Musical Express (NME).

O resultado foi anunciado nesta terça-feira (18) no site do tradicional semanário britânico (veja o Top Ten abaixo).

Durante cerca de seis meses, aproximadamente 160 mil votos foram computados.

A sondagem popular celebrou os 60 anos da publicação.

Capa da edição de setembro da NME/Reprodução

Capa da edição de setembro da NME/Reprodução

O ex-Beatle disputou o posto contra 60 pesos pesados do cenário musical gringo como
Elvis Presley (1935 – 1977), Bob Dylan, Bob Marley (1945 – 1981), Freddie Mercury (1946 – 1991), Michael Jackson (1958 – 2009), David Bowie, Jimi Hendrix (1942 – 1970), Sid Vicious (1957 – 1979)
e Madonna.

Capa da NME
A posição rendeu ao eterno garoto de Liverpool a capa da edição desta semana da NME. A revista chega às bancas do Reino Unido nesta quarta-feira (19).

Na matéria, oponentes na enquete como Liam Gallagher e Alex Turner (respectivamente, 2º e 4º lugares) analisaram por que o ex-Beatle conquistou o pódio.

O ex-Oasis afirmou que John Lennon significa tudo para ele. “Eu não saberia dizer se ele é melhor compositor do que [Paul] McCartney, mas seu material é mais bonito e mais louco”, completou o artista.

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A edição ainda traz um pôster; a republicação de fotos históricas e de entrevistas clássicas com o ex-Beatle; a reavaliação do trabalho de Lennon; e o ranking completo da pesquisa.

Top Ten da enquete o Maior Ícone Musical dos
últimos 60 da revista New Musical Express

#1 – John Lennon (1940 – 1980)
#2 – Liam Gallagher
#3 – David Bowie
#4 – Alex Turner
#5 – Kurt Cobain (1967 – 1994)
#6 – Amy Winehouse (1983 – 2011)
#7 – Jimi Hendrix (1942 – 1970)
#8 – Morrissey
#9 – Noel Gallagher
#10 – Ian Curtis (1956 – 1980)

*Post atualizado em 19 de setembro de 2012, às 8h24.

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Debora de Lucas


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NME lança enquete para descobrir Maior Ícone Musical dos últimos 60 anos

Vote, vote, vote… Sim, as revistas de música adoram convocar seus leitores para escolherem o melhor artista, disco, videoclipe e o escambau do ano. Nesta hora, as opiniões dos especialistas e dos jornalistas das redações são desconsideradas. Pois a voz do povo é a voz de Deus, justificam os mais antigos.

Elvis Presley está no páreo pelo título da NME/Divulgação

Partindo dessa premissa e para celebrar seus 60 anos, a charmosíssima revista New Musical Express (NME) lançou em seu site uma enquete para descobrir quem é o Maior Ícone Musical das últimas seis décadas. A pesquisa foi publicada nesta quarta-feira (21).

Os internautas podem escolher entre 60 indicados.

Gente de peso como Elvis Presley (1935 – 1977), Bob Dylan, John Lennon (1940 – 1980), Bob Marley (1945 – 1981), Freddie Mercury (1946 – 1991), Madonna, Keith Richards, Michael Jackson (1958 – 2009), David Bowie, Prince, Jimi Hendrix (1942 – 1970), Debbie Harry, Lou Reed e Sid Vicious (1957 – 1979) estão entre os elegíveis.

No entanto, a “molecada” da atual cena musical gringa também está no páreo e é representada por artistas como Kurt Cobain (1967 – 1994), PJ Harvey, Amy Winehouse (1983 – 2011), Dave Grohl, Julian Casablancas, Jay Z, Beth Ditto, Björk, Damon Albarn e os irmãos Noel e Liam Gallagher.

O processo de votação é supersimples, e os internautas podem participar quantas vezes quiserem. Como a publicação britânica não informa até quando aceitará votos, é bom se apressar! PARTICIPE AGORA

NME | Site oficial [em inglês]
www.nme.com

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Debora de Lucas


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Galeria Proud Camden organiza exposição de fotos em homenagem a Amy Winehouse

Quem nas próximas semanas estiver zanzando por Londres, não pode perder a mostra fotográfica The Day the Music Died (o dia em que a música morreu, em tradução livre) na Proud Camden. A badalada galeria inglesa organizou a exposição em homenagem à cantora Amy Winehouse, morta em 23 de julho.

Amy Winehouse sob a lente de Mattia Zoppellaro/Reprodução

A ideia central da exibição – que se iniciará na quarta-feira (14) – é prestar um tributo aos artistas que marcaram o universo da música popular gringa e tiveram mortes inesperadas.

>>>Proud Camden: de dia galeria, à noite casa de shows

A mostra apresentará uma foto da compositora e intérprete dos sucessos “Rehab”, “Love Is a Losing Game”, “Tears Dry on Their Own” e “Back to Black” (à esquerda). A imagem da diva de 27 anos foi feita pelo fotógrafo italiano Mattia Zoppellaro.

Além do registro, retratos de astros como Brian Jones (The Rolling Stones), Jimi Hendrix, Jim Morrison (The Doors), Janis Joplin, Freddie Mercury (Queen), Sid Vicious (The Sex Pistols), Kurt Cobain (Nirvana), Buddy Holly, Roger “Syd” Barrett (Pink Floyd), Joe Strummer (The Clash) e até mesmo Michael Jackson farão parte da exposição.

A exibição terá entrada franca e se encerrará em 5 de fevereiro de 2012. A Proud ainda não informou se as fotos expostas estarão à venda. No entanto, a casa tem o costume de comercializar as imagens que compõem as mostras que organiza.

Geralmente, as fotografias são reveladas em tiragens que não ultrapassam as 100 cópias e podem ser compradas pelo site da galeria. O retrato que será exposto de Amy já está disponível na web e custa £250 (cerca de R$ 700).

***

THE DAY THE MUSIC DIED
de 14 de dezembro a 5 de fevereiro de 2012
Entrada franca
Horário: das 9h30 às 19h
Proud Camden
NW1 8AH, Camden Town (The Horse Hospital | Stables Market | Chalk Farm Road), Londres, Inglaterra

Telefone:0207 482 3867 | e-mail: info@proud.co.uk
www.proudcamden.com

Proud Galleries | Compra on line
www.proudonline.co.uk

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Debora de Lucas


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Enquanto R.E.M. sai de cena, Nirvana triunfa sobre a morte

E ponto final. Com apenas um comunicado publicado em seu site, a banda R.E.M. se despediu de seus fãs na última quarta-feira (21). Depois de 19 discos e 31 anos se reinventando, Michael Stipe, Mike Mills e Peter Buck resolveram parar. O grupo avaliou que a sua contribuição para o mundo musical havia se esgotado.

“Espero que nossos fãs percebam que não foi uma decisão fácil, mas tudo deve ter um fim, e nós quisemos fazê-lo da forma correta, do nosso jeito”, sentenciou Stipe na página oficial do trio.

No mesmo 1991 em que “Nevermind”, do Nirvana, chegava às lojas, Mike Mills, Michael Stipe e Peter Buck (da esquerda para a direta) lançaram “Out Of Time”, sétimo álbum do R.E.M. (Divulgação)

Se por um lado a decisão nos parece triste, por outro é poética e libertadora. Se nem as máquinas operam bem num moto-contínuo, quem desejaria ser apenas uma engrenagem no mundo da Pós-Modernidade? Ninguém. Muito menos astros de rock que, em troca de seu trabalho, recebem milhões de dólares e viajam por todo o planeta.

Enquanto alguns saem de cena com charme e dignidade, outros retornam a ela com pompa e paetês.

Smells Like Teen Spirit & Losing My Religion
“Nevermind”, que é o segundo álbum do Nirvana e é considerado o melhor disco de rock da década de 1990, completará 20 anos no próximo dia 27 de setembro.

Para comemorar a data, uma enxurrada de reedições de luxo e materiais inéditos como o concerto “Live At The Paramount” chegará às lojas. O grupo encerrou suas atividades em 1994 porque o vocalista e guitarrista Kurt Cobain se suicidou.


A cada cinco minutos, a mídia especializada vibra e publica matérias sobre o disco que carrega os hinos “Come As You Are”, “Smells Like Teen Spirit”, “In Bloom” e “Lithium”.

Ainda no longínquo 1991, o R.E.M. lançou “Out Of Time”. O álbum recheado de faixas alegres e de tom sentimental catapultou a banda ao mainstream, ao sucessão. Músicas como “Losing My Religion”, “Shiny Happy People” e “Radio Song” fazem, com certeza, parte da trilha sonora de quem tem mais de 27 anos.


Apesar de seus também 20 anos e de sua importância, “Out Of Time” não foi tão festejado pela imprensa do ano 2011. Talvez porque o trabalho tenha um viés mais comercial e o sucessor – “Automatic For The People” – ganhou status de obra-prima desde seu lançamento, em 1992.

E a vida, que adora tramar coincidências impensadas e encontros incríveis, cruzou os destinos do R.E.M. e do Nirvana por mais uma vez. O primeiro com o fim de uma existência gloriosa. O segundo com o triunfo sobre a morte. E, a partir de agora, setembro de 2011 abarca mais duas datas marcantes no mundo do rock.

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Debora de Lucas


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