Documentário da cantora Beyoncé ganha teaser

Beyoncé – A Documentary Special ganhou um teaser última segunda-feira (3/12). A peça de 25 segundos do canal a cabo HBO é recheada de imagens de bastidores e de shows da cantora.

Dirigido e produzido pela estrela, o documentário estreia na emissora norte-americana em 16 de fevereiro de 2013 e promete revelar a intimidade da diva, mostrar a mulher por trás do mito.

Beyoncé posa para foto de divulgação de seu último álbum, 4/Reprodução

Beyoncé em foto de divulgação de seu último álbum, 4/Reprodução

Filmes caseiros e vídeos gravados pela musa em seu computador fazem parte e ressaltam o caráter intimista da produção.

No entanto, espontaneidade e verdade não fazem parte do mundo do show business.

Alguém se esqueceu dos dias em que Britney Spears se declarava virgem? Após uma briga, Justin Timberlake, namorado da Princesinha do Pop na época, declarou à imprensa que ela já não o era há anos.

A afirmação da loirinha foi uma jogada de marketing nos anos 2000. Com ela, a artista foi considerada um exemplo a ser seguido pelas jovens norte-americanas.

Beyoncé também já foi pega na mentira. Em 2009, a moçoila foi convidada pela alta direção do Museu Albertina, em Viena, para uma visita especial. Na data, a musa preferiu fazer compras na capital austríaca e mandou uma sósia em seu lugar.

A mídia gringa descobriu a farsa e contou o babado para todo o mundo.

Black ambition
Ambicioso, mas sem a pegada ousada de Na Cama com Madonna (1991), o documentário pretende narrar a trajetória de Beyoncé Giselle Knowles,
31 anos, desde a infância até o megaestrelato.

As facetas cantora, empresária, compositora, atriz, esposa e mãe – a primeira filha da artista e de seu marido Jay-Z, Blue Ivy Carter, nasceu em janeiro deste ano – são exploradas no filme.

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É provável que Beyoncé – A Documentary Special seja tão superlativo quanto a carreira da musa que detém 16 prêmios Grammy, quatro discos solos de estúdio e dezenas de hits, como Crazy in Love, Irreplaceable, Deja Vu e Single Ladies
(Put a Ring on It)
.

Porém, a veracidade e as intenções do documentário só ficarão claras em seu début. Antes disso, vamos ter que esperar.

Beyoncé | Site Oficial [em inglês]
www.beyonce.com

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Debora de Lucas


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Filme Os Pássaros é exibido neste sábado (28) na TV Cultura

O suspense Os Pássaros (The Birds) é exibido neste sábado (28), às 23h45, na TV Cultura. O longa-metragem do diretor inglês Alfred Hitchcock (1899 – 1980) vai ao ar em versão dublada no Clube do Filme, programa dedicado à exibição de clássicos de Hollywood.

Um dos cartazes de Os Pássaros/Reprodução

Na produção de 1963, a milionária Melanie Daniels (Tippi Hedren) vai à cidade litorânea de Bodega Bay (EUA) e presencia um ataque de gaivotas, pardais e corvos. A investida dos animais se torna tão violenta que a população entra em pânico e age como se a situação fosse o Apocalipse.

Baseado no conto homônimo da escritora inglesa Daphne du Maurier (1907 – 1989), o filme de 119 minutos marcou época pela direção majestosa de Hitchcock e pela grande quantidade de efeitos especiais inéditos.

O longa chegou a ser indicado ao Oscar de Melhores Efeitos Especiais, no entanto, a estatueta foi para Mary Poppins, de Robert Stevenson.

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Pelo papel de Melanie, Tippi (A Condessa de Hong Kong e Morando com o Perigo) levou o Globo de Ouro de Atriz Revelação em 1964.

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OS PASSÁROS, DE ALFRED HITCHCOCK
Data: 28 de julho (sábado)
Horário: às 23h45 | Canal: TV Cultura (2, em São Paulo)
Elenco: Tippi Hedren, Suzanne Pleshette, Rod Taylor, Jessica Tandy e Veronica Cartwright | Gênero: Suspense | Ano: 1963 | Duração: 119 minutos | Colorido
Classificação: 14 anos

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Debora de Lucas


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3MOTIVOSPARA… se tornar fã do programa Clube do Filme da TV Cultura

1 – Estreia neste sábado (4), às 21h45, com o filme Não é Você, Sou Eu (No Sos Vos, Soy Yo). A comédia argentina de 105 minutos conta a história de um casal que decide se mudar para os Estados Unidos.

Cartaz original do filme Não é Você, Sou Eu

María (Soledad Villamil) viaja antes e, durante a breve separação, tem um caso. Por telefone, ela termina com Javier (Diego Peretti) que entrar em crise.

Um tempo depois, o moço acaba conhecendo Julia (Cecilia Dopazo) e a convida para sair. Quando a vida de Javier parece estabilizada, María volta a procurá-lo.

O longa foi filmado em 2004 pelo diretor Juan Taratuto (Um Namorado Para Minha Mulher).

2 – O Clube do Filme irá ao ar sempre aos sábados e, em um primeiro momento, exibirá apenas produções contemporâneas.

Depois, o programa se dedicará à Era de Ouro de Hollywood, informa a TV Cultura. Daí em diante, longas de diretores como Alfred Hitchcock, Billy Wilder, John Ford e Frank Capra farão parte da seleção cinematográfica, completa a emissora.

VEJA PROGRAMAÇÃO DO MÊS DE FEVEREIRO

3 – Apesar de os filmes serem dublados, é uma ótima opção cultural – e gratuita – para quem quiser dar um up grade nos conhecimentos sobre a Sétima Arte.


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Debora de Lucas


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Monique do BBB 12: De possível vítima a puta

Iniciada em abril de 2011 no campus da Universidade de Toronto, no Canadá, a Slutwalk – Marcha das Vadias – se tornou um movimento mundial. O manifesto defende que uma mulher pode se vestir da forma que desejar e que não deve ser insultada, assediada, estuprada, julgada ou agredida por usar roupas justas, curtas, transparentes ou decotadas.

Monique, 23 anos, está na 12ª edição do BBB/Reprodução

A marcha se propagou por países como Estados Unidos, Holanda, Peru, Argentina e, evidentemente, Brasil. A primeira manifestação brazuca aconteceu em 4 de junho em São Paulo. Em plena avenida Paulista, mulheres e homens gritaram contra a opressão e disseram não à violência contra as mulheres.

O movimento também tomou as ruas de outras cidades brasileiras como Rio de Janeiro, Recife, Fortaleza, Belo Horizonte, Brasília e Curitiba.

Suposto estupro
Num primeiro momento, a série de protestos no Brasil mostrou o amadurecimento da sociedade e da mulher brasileira. Parecia que estávamos pensando como os europeus, que levam as questões de gênero a sério.

No entanto, a nossa “evolução” foi posta em cheque pelos comentários de populares e de celebridades sobre o caso do suposto estupro ocorrido na madrugada do último domingo (15), no reality show Big Brother Brasil 12, da Rede Globo.

Na data, o ex-confinado Daniel Echaniz [@DanielEchaniz] teria se aproveitado da embriaguez da sister Monique Amin [@MoniqueAmin] para abusar sexualmente da estudante de 23 anos.

Os espectadores, que assistiram à cena, se sentiram incomodados e usaram as redes sociais para denunciar o fato. Por conta das imagens, o modelo de 31 anos acabou expulso da casa em 16 de janeiro e um inquérito policial foi aberto.

Se a jovem foi ou não estuprada, só a polícia dirá. Se Daniel for inocente, a justiça comprovará. Porém, o que não irá fugir do meu julgamento é o festival de abobrinhas proferido pelas atrizes-modelos-apresentadoras-e-manequins e pelos cidadão comuns brasileiros.

De possível vítima a puta
Quando questionada pela reportagem da revista eletrônica Muito+, de Adriane Galisteu, sobre o fato, a mulher do diretor da Rede Globo Marcos Paulo, a atriz Antonia Fontenelle [@ladyfontenelle], afirmou em tom de ironia que “cu de bêbado não tem dono”.

Cena do longa-metragem Kids (1995)/Reprodução

Ao mesmo programa, a ex-panicat Dani Bolina [@Dbolina] disse que é inconcebível uma mulher beber e não saber se foi ou não violada.

Imbuídas pelo sentimento de injustiça, a mãe e a irmã de Daniel se juntaram ao coro que desmoraliza a sister e declararam que a jovem se ofereceu ao modelo durante a festa e que tem fama de fácil. Essas e outras frases foram proferidas ao longo desta semana. Ou seja, de possível vítima, a Monique do BBB 12 foi promovida a puta.

Sim, uma puta por gostar de beber, de beijar, de sexo, de ser livre e bem resolvida. Uma puta que pode ser usada e abusada. Ela não dormiu com o cara? Então, sabia o que poderia acontecer. Parafraseando Chico Buarque, “Joga pedra na Monique! Ela é feita para apanhar, ela é boa para cuspir, ela dá pra qualquer um, maldita Monique!”.

Apesar dos protestos na internet, a mentalidade do brasileiro ainda é machista. E muitas mulheres acham que a Monique está errada, que deveria ter se dado o respeito. Ela não bebeu? Não tomou um porre? Então, merece isso.

Quem pensa assim, deveria assistir aos filmes Acusados (1988) e Kids (1995). O primeiro – protagonizado pela atriz Jodie Foster e baseado em um caso real – conta a história de Sarah Tobias, uma mulher de má reputação que é estuprada por um grupo de homens em um bar. No segundo, a adolescente Jennie, personagem de Chloë Sevigny, toma um drink “batizado” e, durante seu estado de inconsciência, é estuprada por um amigo.

Ambos os longas-metragens apresentam cenas realistas de violações. E quem ainda está achando o suposto estupro legítimo ou engraçado precisa urgentemente conferir essas produções.

Datena, a voz da ponderação
Uma das poucas personalidades que teve sensibilidade, clareza e dignidade para analisar o caso foi o jornalista José Luiz Datena.  Na última terça-feira (17), ao vivo no Muito +, o apresentador do Brasil Urgente afirmou que a responsável pelo incidente é a TV Globo.

De acordo com o comunicador, o canal oferece bebida em excesso durante as festas e que um episódio como esse iria acontecer a qualquer momento.

Jodie Foster protagonizou o filme Acusados (1988)/Reprodução

Daneta foi um dos poucos profissionais da mídia televisiva a não se omitir e a exprimir uma visão ponderada sobre o caso. Nada mau para quem é apontado, por muitos colegas de profissão, como o arauto do mundo cão.

O mais triste dessa história é que quase 50 anos após o lançamento do livro Eichmann em Jerusalém: Um Relato sobre a Banalidade do Mal, de Hannah Arendt, as ideias e as condutas de grande parte da população brasileira no âmbito da liberdade individual da mulher se assemelham a dos alemães que se deixaram se envolver pela maldade do Nazismo de Adolf Hitler.


*Por conta de uma pane em meu computador, este conteúdo redigido em 22 de janeiro de 2012 e publicado em 23 de janeiro do mesmo ano.


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Debora de Lucas


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Mídias sociais empurram Jornalismo tradicional para patamar digital

Ao disponibilizar o conteúdo completo de sua edição imprensa na web em 1992, o jornal americano “Chicago Tribune” deu o pontapé inicial ao jornalismo na rede. E agora, quase 20 anos depois, as mídias sociais estão revolucionando a quarentona internet e a secular grande mídia.

Com um pouco mais de dez anos, essa garota deu (e dá) a qualquer internauta o poder criação, interação e compartilhamento de conteúdo.

Essa independência chamou a atenção dos maiores grupos de comunicação do mundo que tentam entender o novo momento da web e que já utilizam as ferramentas das redes sociais para atingir seu público alvo.

Mas, o legado das mídias sociais às tradicionais é prepará-las para uma nova fase, que prega a interatividade total, ou seja, o jornalismo digital.

Ao contrário do jornalismo on line, o digital rompe com a comunicação linear e unilateral do jornalismo tradicional, supervaloriza a interação com o leitor-internauta, utiliza ao máximo textos, sons, fotos, vídeos e gráficos em uma única matéria e propõe mudanças nas rotinas fundamentais da profissão segundo o jornalista espanhol Quim Gil.

A professora de Jornalismo da Universidad Complutense de Madrid Concha Edo Bolós concorda com a visão do estudioso e nos lembra que o jornalismo digital ultrapassa as telas dos computadores e chega aos televisores e aos telefones celulares.

Por tanto, apesar das atuais fragmentações e imprecisões, as mídias sociais são um degrau necessário à evolução do jornalismo na sociedade pós-moderna.

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Debora de Lucas


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